https://noticiabrasil.net.br/20260802/falta-de-lideranca-condena-a-coalizao-dos-dispostos-a-morte-lenta-diz-jornal-britanico-52845709.html
Falta de liderança condena a 'coalizão dos dispostos' à morte lenta, diz jornal britânico
Falta de liderança condena a 'coalizão dos dispostos' à morte lenta, diz jornal britânico
Sputnik Brasil
Segundo artigo, com a saída de Keir Starmer do governo britânico e Emmanuel Macron se encaminhando para o fim da gestão a coligação enfrenta uma crise de... 02.08.2026, Sputnik Brasil
2026-08-02T21:00-0300
2026-08-02T21:00-0300
2026-08-02T21:00-0300
panorama internacional
europa
mundo
emmanuel macron
keir starmer
andy burnham
frança
alemanha
ucrânia
organização do tratado do atlântico norte
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07e9/03/02/38720611_0:0:3071:1728_1920x0_80_0_0_85b44944ed0c2ad6130f56bf63eee5ea.jpg
A chamada "coalizão dos dispostos" está morrendo lentamente em meio à falta de uma liderança clara, aponta um artigo publicado neste domingo (2) pelo jornal britânico Telegraph.Intitulado "A Morte Lenta da Coalizão dos Dispostos", o texto argumenta que o primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, que substituiu Keir Starmer, está focado na política interna, enquanto o presidente francês, Emmanuel Macron, não poderá concorrer a um novo mandato. Portanto, a coligação fica sem uma liderança clara.Observa-se que, após as eleições francesas do próximo ano, Macron poderá ser substituído por Marine Le Pen, líder da bancada parlamentar do partido de direita Reunião Nacional, que prometeu retirar a França do comando da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e suspender as sanções contra a Rússia.Uma fonte do governo britânico disse ao Telegraph que Londres já estava tentando entender como uma vitória de Le Pen poderia impactar as relações franco-britânicas e a "coalizão dos dispostos".Além disso, o texto acrescenta que a Alemanha se recusou a integrar o contingente da coalizão enviado à Ucrânia. A Polônia também se recusou a participar.A "coalizão dos dispostos" inclui mais de 30 países e foi iniciada pelo Reino Unido e pela França. Em janeiro, os líderes do grupo assinaram uma declaração de intenções para o envio de tropas à Ucrânia após um acordo de paz. Em 13 de julho, o porta-voz da presidência russa, Dmitry Peskov, chamou a coalizão de "belicistas", especificando que se trata de um grupo de países que não deseja a paz.
frança
alemanha
ucrânia
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
2026
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
notícias
br_BR
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07e9/03/02/38720611_193:0:2924:2048_1920x0_80_0_0_a84fae2a7b5d3b377b64fa5665871879.jpgSputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
europa, mundo, emmanuel macron, keir starmer, andy burnham, frança, alemanha, ucrânia, organização do tratado do atlântico norte, telegraph, telegram, sputnik
europa, mundo, emmanuel macron, keir starmer, andy burnham, frança, alemanha, ucrânia, organização do tratado do atlântico norte, telegraph, telegram, sputnik
Falta de liderança condena a 'coalizão dos dispostos' à morte lenta, diz jornal britânico
Segundo artigo, com a saída de Keir Starmer do governo britânico e Emmanuel Macron se encaminhando para o fim da gestão a coligação enfrenta uma crise de liderança.
A chamada "coalizão dos dispostos" está
morrendo lentamente em meio à falta de uma liderança clara, aponta um artigo
publicado neste domingo (2) pelo jornal britânico Telegraph.
Intitulado "A Morte Lenta da Coalizão dos Dispostos", o texto argumenta que o primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, que substituiu
Keir Starmer, está focado na política interna, enquanto o presidente francês, Emmanuel Macron, não poderá concorrer a um novo mandato.
Portanto, a coligação fica sem uma liderança clara.
"Com a saída de Starmer e a impossibilidade de Macron concorrer às eleições presidenciais do próximo ano, há receios de que um vácuo de liderança possa deixar a Europa sem rumo", escreve a publicação.
Observa-se que,
após as eleições francesas do próximo ano, Macron poderá ser substituído por Marine Le Pen, líder da bancada parlamentar do partido de direita Reunião Nacional, que prometeu retirar a França do comando da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e
suspender as sanções contra a Rússia.
Uma fonte do governo britânico disse ao Telegraph que Londres já estava tentando entender como uma vitória de Le Pen poderia impactar as
relações franco-britânicas e a "coalizão dos dispostos".
"O chanceler alemão, Friedrich Merz, poderia potencialmente se tornar o líder da coalizão, mas a situação política interna na Alemanha está cada vez mais instável", observa o artigo.
Além disso, o texto acrescenta que a Alemanha se recusou a integrar o
contingente da coalizão enviado à Ucrânia. A Polônia também se recusou a participar.
"A coalizão só poderá ser salva se Burnham decidir assumir o papel de líder", conclui o texto.
A "coalizão dos dispostos" inclui mais de 30 países e foi iniciada pelo Reino Unido e pela França. Em janeiro, os líderes do grupo assinaram uma declaração de intenções para o envio de tropas à Ucrânia após um acordo de paz. Em 13 de julho, o porta-voz da presidência russa, Dmitry Peskov, chamou a coalizão de "belicistas", especificando que se trata de um grupo de países que não deseja a paz.
Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!
Siga a Sputnik Brasil e tenha acesso a conteúdos exclusivos no nosso canal no Telegram.
Já que a Sputnik está bloqueada em alguns países, por aqui você consegue baixar o nosso aplicativo para celular (somente para Android).