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Petro acusa Netanyahu de ligação com a crise migratória em Ceuta
Petro acusa Netanyahu de ligação com a crise migratória em Ceuta
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O presidente colombiano, Gustavo Petro, comparou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ao ex-ditador espanhol Francisco Franco, acusando o... 02.08.2026, Sputnik Brasil
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"A invasão civil de Ceuta por marroquinos imita a aliança que Franco fez com os descendentes do antigo califado de Córdoba para reentrar na Espanha e derrubar a república libertária", escreveu ele no X.O presidente colombiano defendeu que ao invés de buscar ideais na Europa, os marroquinos deveriam se concentrar em seu próprio país e construir "um Marrocos árabe unido e democrático", preservando sua cultura e essência.Além disso, Petro enfatizou que os responsáveis pelo ocorrido em Ceuta não são as pessoas que "arriscaram suas vidas para chegar à Espanha". Entre 30 e 31 de agosto, mais de 60 mil jovens marroquinos, incluindo mais de 7 mil crianças e adolescentes, entraram ilegalmente na Espanha, cruzando a fronteira entre Marrocos e a cidade de Ceuta, a grande maioria a nado. Pouco depois, o Ministério do Interior espanhol informou que mais de 48 mil migrantes sem documentos já haviam retornado.Em resposta à nova crise migratória que afeta Ceuta e Melilla, alguns Estados-membros da União Europeia (UE) estão deliberando medidas de segurança imediatas, como a suspensão do acordo de Schengen.
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Petro acusa Netanyahu de ligação com a crise migratória em Ceuta
19:55 02.08.2026 (atualizado: 22:24 02.08.2026) O presidente colombiano, Gustavo Petro, comparou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ao ex-ditador espanhol Francisco Franco, acusando o israelense de estar por trás da crise migratória na cidade espanhola de Ceuta.
"A invasão civil de Ceuta por marroquinos imita a aliança que Franco fez com os descendentes do antigo califado de Córdoba para reentrar na Espanha e derrubar a república libertária", escreveu ele no X.
O presidente colombiano defendeu que ao invés de buscar ideais na Europa, os marroquinos deveriam se concentrar
em seu próprio país e construir
"um Marrocos árabe unido e democrático", preservando sua cultura e essência.
Além disso, Petro enfatizou que os
responsáveis pelo ocorrido em Ceuta não são as pessoas que
"arriscaram suas vidas para chegar à Espanha".
"O inimigo não é o ser humano pobre, o inimigo é o dinheiro de um fugitivo da justiça por cometer genocídio, que paga aos pobres muçulmanos para emigrarem para a Espanha: Netanyahu", enfatizou o presidente.
Entre 30 e 31 de agosto, mais de 60 mil jovens marroquinos, incluindo mais de 7 mil crianças e adolescentes, entraram ilegalmente na Espanha, cruzando a fronteira entre Marrocos e a cidade de Ceuta, a grande maioria a nado. Pouco depois, o Ministério do Interior espanhol informou que mais de 48 mil migrantes sem documentos já haviam retornado.
Em resposta à nova crise migratória que afeta Ceuta e Melilla, alguns Estados-membros da União Europeia (UE) estão deliberando medidas de segurança imediatas, como a
suspensão do acordo de Schengen.
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