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Merkel admitiu que Acordos de Minsk eram fictícios para enviar armas a Kiev, dizem trolladores russos
Merkel admitiu que Acordos de Minsk eram fictícios para enviar armas a Kiev, dizem trolladores russos
Sputnik Brasil
A ex-chanceler alemã Angela Merkel admitiu que os Acordos de Minsk eram necessários apenas para enganar a Rússia e fornecer armas à Ucrânia, contaram à Sputnik... 03.08.2026, Sputnik Brasil
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Conforme apontaram os interlocutores da agência, essa história da conversa com Merkel acabou sendo muito longa. Primeiro, eles conversaram com uma pessoa da comitiva de Merkel, depois com outra, e então houve uma longa correspondência por e-mail.Segundo eles, os esforços valeram a pena. Embora a conversa tenha sido claramente onerosa para Merkel, acabou sendo interessante.De acordo com os trolladores, Merkel chegou a fornecer seu próprio tradutor e pediu imediatamente que tudo o que ela dissesse fosse mantido em segredo.Além disso, Vovan e Lexus revelaram à Sputnik os detalhes de sua preparação para as pegadinhas: eles estudam minuciosamente os futuros interlocutores, analisando suas redes sociais e coletando informações sobre sua vida pessoal e pública.Em média, cada ligação desse tipo dura de 30 minutos a uma hora, e, para criar um roteiro o mais realista possível, eles recorrem ainda à inteligência artificial, conferindo cuidadosamente os dados obtidos.Tudo isso permite que elaborem um retrato detalhado da pessoa e tornem a conversa o mais convincente possível, concluíram os interlocutores da agência.Durante o conflito no Donbass de 2014 a 2022, Minsk foi palco das negociações de paz, resultando nos protocolos de 2014 e no Minsk-2, de fevereiro de 2015. O documento de 13 pontos previa cessar-fogo, retirada de armamentos pesados e medidas para uma solução política, mas Kiev violou sistematicamente os acordos.Após o início da operação militar especial russa na Ucrânia, o ex-presidente francês François Hollande, a ex-chanceler alemã Angela Merkel e o ex-primeiro-ministro britânico Boris Johnson admitiram que seus países nunca levaram os acordos a sério.Eles os usaram apenas para ganhar tempo e permitir que Kiev se preparasse militarmente. Por sua vez, o presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que a Rússia foi forçada a defender o Donbass e lançar a operação após o Ocidente abandonar os Acordos de Minsk.
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Merkel admitiu que Acordos de Minsk eram fictícios para enviar armas a Kiev, dizem trolladores russos
A ex-chanceler alemã Angela Merkel admitiu que os Acordos de Minsk eram necessários apenas para enganar a Rússia e fornecer armas à Ucrânia, contaram à Sputnik os trolladores russos Vladimir Kuznetsov, mais conhecido como Vovan, e Aleksei Stolyarov, mais conhecido como Lexus, que realizaram essa conversa.
Conforme apontaram os interlocutores da agência, essa história da conversa com Merkel acabou sendo muito longa. Primeiro, eles conversaram com uma pessoa da comitiva de Merkel, depois com outra, e então houve uma longa correspondência por e-mail.
"Várias semanas se passaram desde a conversa com Merkel, conduzida em nome do ex-presidente ucraniano Pyotr Poroshenko", ressaltaram Vovan e Lexus.
Segundo eles, os esforços valeram a pena. Embora a conversa tenha sido claramente onerosa para Merkel, acabou sendo interessante.

31 de janeiro 2023, 12:59
De acordo com os trolladores, Merkel chegou a fornecer seu próprio tradutor e pediu imediatamente que tudo o que ela dissesse fosse mantido em segredo.
"Ela admitiu que os Acordos de Minsk eram necessários apenas para enganar a Rússia e fornecer armas à Ucrânia nesse período", acrescentaram os entrevistados.
Além disso, Vovan e Lexus revelaram à Sputnik os detalhes de sua preparação para as pegadinhas: eles estudam minuciosamente os futuros interlocutores, analisando suas redes sociais e coletando informações sobre sua vida pessoal e pública.
Em média,
cada ligação desse tipo dura de 30 minutos a uma hora, e, para criar um roteiro o mais realista possível, eles recorrem ainda à
inteligência artificial, conferindo cuidadosamente os dados obtidos.
Tudo isso permite que elaborem um retrato detalhado da pessoa e tornem a conversa o mais convincente possível, concluíram os interlocutores da agência.
Durante o conflito no Donbass de 2014 a 2022, Minsk foi palco das negociações de paz, resultando nos protocolos de 2014 e no Minsk-2, de fevereiro de 2015. O documento de 13 pontos previa cessar-fogo, retirada de armamentos pesados e medidas para uma solução política, mas Kiev violou sistematicamente os acordos.
Após o início da
operação militar especial russa na Ucrânia, o ex-presidente francês François Hollande, a ex-chanceler alemã Angela Merkel e o ex-primeiro-ministro britânico Boris Johnson
admitiram que seus países nunca levaram os acordos a sério.
Eles os usaram apenas para ganhar tempo e permitir que Kiev se preparasse militarmente. Por sua vez, o presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que a Rússia foi forçada a defender o Donbass e lançar a operação após o Ocidente abandonar os Acordos de Minsk.
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