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'Espero que tenha sido uma confusão': Haddad diz ter sido alvo de ação 'intimidadora' da PM em SP
'Espero que tenha sido uma confusão': Haddad diz ter sido alvo de ação 'intimidadora' da PM em SP
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Segundo candidato ao governo de São Paulo, motorista que o conduzia foi seguido por cerca de 40 minutos. Secretaria da Segurança Pública determinou a... 12.08.2026, Sputnik Brasil
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O candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, relatou nesta quarta-feira (12) ter sido alvo de uma abordagem que classificou de "ostensiva" e "intimidadora" por parte da Polícia Militar, na noite de terça-feira (11), na Zona Sul da capital paulista.Segundo Haddad, quando chegava à sua residência, após participar de um evento, uma viatura se aproximou do carro em que estava e lançou uma luz para dentro do veículo. O candidato entrou em casa e, depois que seu motorista deixou o local, o carro teria sido acompanhado pela mesma viatura por cerca de 40 minutos.De acordo com o relato, os policiais teriam emparelhado o veículo, se aproximado do para-choque traseiro e estacionado nas proximidades, mas sem realizar uma abordagem formal. O motorista também teria parado em frente a um hotel e, ao perceber que a viatura continuava por perto, questionado os agentes sobre o motivo do acompanhamento. Segundo Haddad, os policiais teriam mandado o motorista "vazar".O candidato afirmou que havia três fuzis dentro da viatura e que o motorista ficou abalado com a situação, chegando a procurar orientação jurídica. O carro utilizado na ocasião é o mesmo empregado na campanha de Haddad.Haddad não sabe se os policiais tinham conhecimento de que o veículo havia acabado de deixá-lo em casa e evitou atribuir motivação política ao episódio. O petista afirmou que pode ter ocorrido uma confusão na identificação do veículo ou que os agentes poderiam estar procurando um suspeito."Às vezes a pessoa está cumprindo o dever dela. Tem razão para ter feito essa abordagem. Confundiu a placa do carro. Estava procurando um suspeito", ponderou.O candidato pretende levar o caso ao governo de São Paulo e às autoridades responsáveis pela segurança pública para esclarecer a motivação da ação policial. Segundo ele, tornar o episódio público é importante para que haja elementos para uma eventual investigação.Após o relato, a Secretaria da Segurança Pública informou ter determinado a identificação das equipes que estiveram ou passaram pela região no período indicado para apurar as circunstâncias do episódio. O secretário da pasta, Osvaldo Nico Gonçalves, também entrou em contato com Haddad em busca de informações complementares sobre o trajeto e a situação relatada.
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'Espero que tenha sido uma confusão': Haddad diz ter sido alvo de ação 'intimidadora' da PM em SP
17:32 12.08.2026 (atualizado: 20:13 12.08.2026) Segundo candidato ao governo de São Paulo, motorista que o conduzia foi seguido por cerca de 40 minutos. Secretaria da Segurança Pública determinou a identificação das equipes para apurar o caso.
O
candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, relatou nesta quarta-feira (12) ter sido alvo de uma
abordagem que classificou de "ostensiva" e "intimidadora" por parte da Polícia Militar, na noite de terça-feira (11), na Zona Sul da capital paulista.
Segundo Haddad, quando chegava à sua residência, após
participar de um evento, uma viatura se aproximou do carro em que estava e lançou uma luz para dentro do veículo. O candidato entrou em casa e, depois que seu motorista deixou o local,
o carro teria sido acompanhado pela mesma viatura por cerca de 40 minutos.
De acordo com o relato, os policiais teriam emparelhado o veículo, se aproximado do para-choque traseiro e estacionado nas proximidades, mas sem realizar uma abordagem formal. O motorista também teria parado em frente a um hotel e, ao perceber que a viatura continuava por perto, questionado os agentes sobre o motivo do acompanhamento. Segundo Haddad, os policiais teriam mandado o motorista "vazar".
O candidato afirmou que havia três fuzis dentro da viatura e que o motorista ficou abalado com a situação, chegando a procurar orientação jurídica. O carro utilizado na ocasião é o mesmo empregado na campanha de Haddad.
"Meu carro, depois que me deixou em casa, foi acompanhado por essa viatura da polícia durante muito tempo, de uma forma um pouco ostensiva e intimidadora […]. Quero crer que possa ter havido alguma confusão. Espero que tenha sido uma confusão."
Haddad não sabe se os policiais tinham conhecimento de que o veículo havia acabado de deixá-lo em casa e evitou atribuir motivação política ao episódio. O petista afirmou que pode ter ocorrido uma confusão na identificação do veículo ou que os agentes poderiam estar procurando um suspeito.
"Às vezes a pessoa está cumprindo o dever dela. Tem razão para ter feito essa abordagem. Confundiu a placa do carro. Estava procurando um suspeito", ponderou.
O candidato pretende levar o caso ao governo de São Paulo e às autoridades responsáveis pela segurança pública para esclarecer a
motivação da ação policial. Segundo ele,
tornar o episódio público é importante para que haja elementos para uma eventual investigação.
Após o relato, a Secretaria da Segurança Pública informou ter determinado a identificação das equipes que estiveram ou passaram pela região no período indicado para apurar as circunstâncias do episódio. O secretário da pasta, Osvaldo Nico Gonçalves, também entrou em contato com Haddad em busca de informações complementares sobre o trajeto e a situação relatada.
"Qualquer possível desvio de conduta será devidamente apurado."
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