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EUA incluem Brasil em lista de países que ajudam China a fugir de tarifas
EUA incluem Brasil em lista de países que ajudam China a fugir de tarifas
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Os Estados Unidos acusaram, nesta quinta-feira (13), o Brasil e mais aproximadamente 40 países de facilitar o contorno de tarifas norte-americanas impostas a... 13.08.2026, Sputnik Brasil
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O Brasil aparece no nível 2 de "Integração Econômica Significativa", ao lado de outros parceiros norte-americanos, como Turquia, Vietnã, Indonésia, Malásia e Tailândia.Segundo o documento, esses países estariam combinando operações de transbordo com a participação em cadeias de fornecimento, plataformas industriais e redes logísticas da China, permitindo o redirecionamento de mercadorias para os EUA.O relatório aponta Brasil e Turquia como "importantes plataformas regionais de produção e logística" e acusa os dois países de realizar processos que poderiam alterar a origem declarada de determinados produtos, utilizando métodos como a troca de etiquetas e a reembalagem.O Brasil também é citado entre os "Corredores Latino-Americanos" usados, segundo Washington, para redirecionar mercadorias entre os oceanos Pacífico e Atlântico, armazená-las em entrepostos aduaneiros e realizar a montagem regional de componentes.O relatório detalhou a iniciativa de desenvolver uma "fronteira inteligente de detecção", com uso de inteligência artificial, para apoiar a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP, na sigla em inglês). O sistema integraria dados de remessas, histórico de rotas e outras informações para ajudar a identificar cargas de alto risco e facilitar a cobrança de tarifas e outras medidas.A última categoria compreendida pelo relatório é a dos "pequenos alvos chineses oportunistas" — economias menores com volumes de transbordo mais baixos, mas que apresentam vantagens específicas de "elo fraco".Essas vantagens incluem mão de obra de baixo custo, acesso a portos ou fronteiras, capacidade de montagem de nicho e acesso preferencial ao mercado dos EUA, tornando-os alvos atraentes para o redirecionamento de mercadorias chinesas — Suíça, Cingapura, Filipinas, Emirados Árabes Unidos, Chile e Colômbia estão nessa relação.
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EUA incluem Brasil em lista de países que ajudam China a fugir de tarifas
18:11 13.08.2026 (atualizado: 20:16 13.08.2026) Os Estados Unidos acusaram, nesta quinta-feira (13), o Brasil e mais aproximadamente 40 países de facilitar o contorno de tarifas norte-americanas impostas a produtos chineses por meio de transbordo ilegal. O relatório, intitulado "O Grande Esquema do Transbordo", classifica os países conforme o grau de integração econômica com Pequim.
O Brasil aparece no nível 2 de "Integração Econômica Significativa", ao lado de outros parceiros norte-americanos, como Turquia, Vietnã, Indonésia, Malásia e Tailândia.
Segundo o documento, esses países estariam combinando operações de transbordo com a participação em cadeias de fornecimento, plataformas industriais e redes logísticas
da China, permitindo o
redirecionamento de mercadorias para os EUA.
O relatório aponta Brasil e Turquia como "importantes plataformas regionais de produção e logística" e acusa os dois países de realizar processos que poderiam alterar a origem declarada de determinados produtos, utilizando métodos como a troca de etiquetas e a reembalagem.
O Brasil também é citado entre os
"Corredores Latino-Americanos" usados, segundo Washington, para
redirecionar mercadorias entre os oceanos Pacífico e Atlântico, armazená-las em entrepostos aduaneiros e realizar a montagem regional de componentes.
O relatório detalhou a iniciativa de desenvolver uma
"fronteira inteligente de detecção", com uso de inteligência artificial, para apoiar a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP, na sigla em inglês). O sistema integraria
dados de remessas,
histórico de rotas e outras informações para ajudar a identificar cargas de alto risco e facilitar a
cobrança de tarifas e outras medidas.
A última categoria compreendida pelo relatório é a dos "pequenos alvos chineses oportunistas" — economias menores com volumes de transbordo mais baixos, mas que apresentam vantagens específicas de "elo fraco".
Essas vantagens incluem mão de obra de baixo custo, acesso a portos ou fronteiras, capacidade de montagem de nicho e acesso preferencial ao mercado dos EUA, tornando-os alvos atraentes para o redirecionamento de mercadorias chinesas — Suíça, Cingapura, Filipinas, Emirados Árabes Unidos, Chile e Colômbia estão nessa relação.
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