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Austrália corre risco de ficar sem mísseis devido à sua dependência dos EUA, diz mídia

© flickr.com / Mark BengerBandeira da Austrália
Bandeira da Austrália - Sputnik Brasil, 1920, 26.08.2026
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Por causa de sua dependência de Washington, a Austrália pode ficar sem os mísseis de que precisa em caso de um grande conflito na região do Indo-Pacífico, escreveu uma mídia ocidental.
O artigo destaca que a Austrália deseja adquirir mais mísseis norte-americanos, mas enfrenta novos obstáculos em razão da guerra no Irã, o que pode limitar o fornecimento.

"Caso ecloda um conflito de alta intensidade na região do Indo-Pacífico, a Austrália ficará perigosamente vulnerável, pois possui estoques limitados de munição para ataque e de interceptores para defesa antiaérea e antimísseis, além de ter capacidade limitada para produzi-los em larga escala", ressalta a publicação.

Segundo a matéria, preocupada com o volume de seus estoques de munições, a Austrália tem se mostrado preocupada com o conflito entre os EUA e o Irã. Planos de defesa de Canberra dependem fortemente de armamentos fabricados pelos Estados Unidos.
O presidente dos EUA, Joe Biden (C), fala enquanto o primeiro-ministro australiano Anthony Albanese (E), e o primeiro-ministro britânico Rishi Sunak ouvem na Base Naval de Point Loma em San Diego, enquanto revelam o AUKUS, um pacto de segurança trilateral entre Austrália, Reino Unido e Estados Unidos, 13 de março de 2023 - Sputnik Brasil, 1920, 03.06.2026
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Além disso, é apontado que, após a Guerra Fria, o setor de munições da Austrália entrou em uma fase de desorientação estratégica e complacência, estagnando em vez de evoluir.
A Austrália depende inteiramente dos Estados Unidos para a produção de mísseis, mas Washington prioriza sua própria demanda nessa área em razão da crise no Oriente Médio, o que prejudica potencial militar de Canberra, conclui a reportagem.
Em 18 de junho, Teerã e Washington assinaram um memorando que previa o fim do conflito iniciado em 28 de fevereiro. No entanto, a partir do dia 8 de julho, as Forças Armadas dos EUA realizaram uma série de ataques contra o Irã. Segundo o Comando Central das Forças Armadas dos EUA, tais ataques teriam sido uma resposta às ações do Irã contra navios comerciais que atravessavam o estreito de Ormuz.
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