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Irã acusa EUA de obrigar países a aderir à 'guerra econômica' contra Teerã
Irã acusa EUA de obrigar países a aderir à 'guerra econômica' contra Teerã
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Os Estados Unidos pressionam países que não participam do conflito no Oriente Médio a aderir ao que o Irã classifica de "terrorismo econômico" contra Teerã, e... 26.08.2026, Sputnik Brasil
2026-08-26T18:33-0300
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O chanceler enviou uma carta ao secretário-geral da ONU, António Guterres, e aos países-membros da organização. Segundo Araghchi, os Estados Unidos não conseguiram alcançar seus objetivos durante os conflitos com o Irã em 2025 e 2026 nem convencer outros países a participar de operações militares contra Teerã.O ministro pediu ao Conselho de Segurança da ONU e aos países-membros que condenem a pressão econômica e exijam que Washington pare de pressionar países terceiros a alterar suas relações com outras nações.Em 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel começaram a realizar ataques contra alvos no Irã, aos quais Teerã respondeu. Em meados de junho, Irã e EUA assinaram um memorando de entendimento com o objetivo de cessar as hostilidades, mas pouco depois voltaram a trocar agressões.Já na última semana, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou o início de uma operação econômica contra o Irã, que classificou de "isolamento em escala sem precedentes". Na ocasião, ele convocou os aliados de Washington a aderir às medidas.China ameaça sanções contra EUAO governo chinês chegou a afirmar na terça (25) que defenderia seus interesses e manteria a cooperação comercial com o Irã, em resposta às novas sanções anunciadas pelos Estados Unidos contra a república islâmica. Pequim também ameaçou adotar medidas para proteger seus direitos e interesses caso Washington ampliasse a pressão sobre empresas chinesas que mantêm relações comerciais com Teerã.Lin Jian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, afirmou que a cooperação entre os dois países ocorre dentro das normas do direito internacional e não deve sofrer interferência externa.
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oriente médio e áfrica, américas, abbas araghchi, antónio guterres, donald trump, estados unidos, onu, conselho de segurança das nações unidas, irã, eua, oriente médio, nações unidas, organização das nações unidas, guerra econômica, sanções
Irã acusa EUA de obrigar países a aderir à 'guerra econômica' contra Teerã
18:33 26.08.2026 (atualizado: 18:57 26.08.2026) Os Estados Unidos pressionam países que não participam do conflito no Oriente Médio a aderir ao que o Irã classifica de "terrorismo econômico" contra Teerã, e a Organização das Nações Unidas (ONU) deveria exigir que Washington interrompa essas medidas, afirmou nesta quarta-feira (26) o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi.
O chanceler enviou uma carta ao
secretário-geral da ONU, António Guterres, e aos países-membros da organização. Segundo Araghchi, os Estados Unidos
não conseguiram alcançar seus objetivos durante os conflitos com o Irã em 2025 e 2026 nem convencer outros países a participar de operações militares contra Teerã.
"Os Estados Unidos decidiram, então, perseguir o mesmo objetivo ilegal, ou seja, pressionar Estados independentes a abandonar sua decisão prudente de permanecer afastados do ato de agressão, e […] envolvê-los em uma operação de terrorismo econômico", escreveu Araghchi na carta.
O ministro pediu ao Conselho de Segurança da ONU e aos países-membros que condenem a
pressão econômica e exijam que Washington pare de pressionar países terceiros a alterar suas relações com outras nações.
Em 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel começaram a realizar ataques contra alvos no Irã, aos quais Teerã respondeu. Em meados de junho, Irã e EUA assinaram um memorando de entendimento com o objetivo de cessar as hostilidades, mas pouco depois voltaram a trocar agressões.
Já na última semana, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou o
início de uma operação econômica contra o Irã, que classificou de "isolamento em escala sem precedentes". Na ocasião, ele
convocou os aliados de Washington a aderir às medidas.
China ameaça sanções contra EUA
O governo chinês chegou a afirmar na terça (25) que defenderia seus interesses e manteria a cooperação comercial com o Irã, em resposta às novas sanções anunciadas pelos Estados Unidos contra a república islâmica. Pequim também ameaçou adotar medidas para proteger seus direitos e interesses caso Washington ampliasse a pressão sobre empresas chinesas que mantêm relações comerciais com Teerã.
Lin Jian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, afirmou que a cooperação entre os dois países ocorre dentro das normas do direito internacional e não deve sofrer interferência externa.
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