https://noticiabrasil.net.br/20260830/ato-na-avenida-paulista-pressiona-senado-pelo-fim-da-escala-6x1-nova-votacao-ocorre-na-quarta-feira-53635010.html
Ato na Avenida Paulista pressiona Senado pelo fim da escala 6x1; nova votação ocorre na quarta-feira
Ato na Avenida Paulista pressiona Senado pelo fim da escala 6x1; nova votação ocorre na quarta-feira
Sputnik Brasil
Trabalhadores ocuparam a Avenida Paulista neste domingo (30) para pressionar o Senado Federal pelo fim da escala 6x1, regime de trabalho de seis dias da semana... 30.08.2026, Sputnik Brasil
2026-08-30T16:45-0300
2026-08-30T16:45-0300
2026-08-30T17:12-0300
notícias do brasil
brasil
davi alcolumbre
sâmia bomfim
marina silva
curitiba
salvador
são paulo
câmara dos deputados
senado
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07ea/08/1e/53634854_0:309:2543:1739_1920x0_80_0_0_262bb9a3996599c602c21b42230e741f.jpg
O ato em São Paulo (SP) integra mobilização simultânea em mais de dez capitais brasileiras, com manifestações também em Salvador, Curitiba, Fortaleza e outras cidades.A mobilização foi convocada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), além de outras centrais sindicais e o movimento Vida Além do Trabalho (VAT), e ocorre em meio a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais sem qualquer redução salarial.A manifestação ocorreu no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (MASP). Luana Bife, dirigente da CUT São Paulo, afirmou que é necessária toda a pressão em cima dos senadores e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), ressaltando que esta é uma semana decisiva para a classe trabalhadora.Parlamentares presentes no ato também reforçaram a necessidade de aprovação imediata. A deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) comentou que 70% da população brasileira é favorável à medida. Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente, e atualmente deputada federal pela Rede-SP, também manifestou apoio integral à redução da jornada de trabalho.Na última quinta-feira (28), o senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da PEC na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), entregou parecer favorável rejeitando todas as 12 emendas apresentadas por senadores opositores. A estratégia mantém o texto idêntico ao aprovado na Câmara dos Deputados em maio, evitando que a proposta retorne para nova votação.Entre as emendas descartadas estavam pedidos do Partido Liberal (PL) para manter as atuais 44 horas semanais de jornada, deixando a redução a cargo de acordos coletivos. Também foram rejeitadas propostas de extensão do período de transição para as empresas de até quatro anos.A votação na Comissão de Constituição e Justiça está marcada para próxima quarta-feira, 2 de setembro. Caso aprovada, senadores aliados ao governo pressionam para que o plenário vote a proposta no mesmo dia, contornando prazos regimentais através de acordo político.PropostaSe aprovada sem alterações, a PEC estabelecerá redução progressiva da jornada semanal: 60 dias após promulgação, a jornada cairia para 42 horas; 12 meses depois, chegaria aos definitivos 40 horas semanais. A proposta garante dois dias de descanso remunerado por semana, com preferência pelo domingo, e veda qualquer redução salarial.Para que a proposta se torne lei, são necessários 48 votos favoráveis dos 81 senadores que compõem a Casa, seguidos de sanção presidencial.A Câmara dos Deputados aprovou a medida em maio com 461 votos favoráveis e apenas 19 contrários.
https://noticiabrasil.net.br/20260604/pix-faccoes-escala-6x1-o-que-pensam-lula-flavio-caiado-e-zema-sobre-os-temas-em-alta-no-pais-51019435.html
brasil
curitiba
salvador
são paulo
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
2026
notícias
br_BR
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07ea/08/1e/53634854_0:71:2543:1978_1920x0_80_0_0_c62f21038d459cdeb4c16d738f06c3b4.jpgSputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
brasil, davi alcolumbre, sâmia bomfim, marina silva, curitiba, salvador, são paulo, câmara dos deputados, senado, central única dos trabalhadores (cut), proposta de emenda à constituição (pec), escala 6 x 1, sputnik brasil
brasil, davi alcolumbre, sâmia bomfim, marina silva, curitiba, salvador, são paulo, câmara dos deputados, senado, central única dos trabalhadores (cut), proposta de emenda à constituição (pec), escala 6 x 1, sputnik brasil
Ato na Avenida Paulista pressiona Senado pelo fim da escala 6x1; nova votação ocorre na quarta-feira
16:45 30.08.2026 (atualizado: 17:12 30.08.2026) Trabalhadores ocuparam a Avenida Paulista neste domingo (30) para pressionar o Senado Federal pelo fim da escala 6x1, regime de trabalho de seis dias da semana com apenas um de descanso.
O ato em São Paulo (SP) integra mobilização simultânea em mais de dez capitais brasileiras, com manifestações também em Salvador, Curitiba, Fortaleza e outras cidades.
A mobilização foi convocada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), além de outras centrais sindicais e o movimento Vida Além do Trabalho (VAT), e
ocorre em meio a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais sem qualquer redução salarial.
A manifestação ocorreu no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (MASP). Luana Bife, dirigente da CUT São Paulo, afirmou que é necessária toda a pressão em cima dos senadores e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), ressaltando que esta é uma semana decisiva para a classe trabalhadora.
Parlamentares presentes no ato também reforçaram a
necessidade de aprovação imediata. A deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) comentou que 70% da população brasileira é favorável à medida. Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente, e atualmente deputada federal pela Rede-SP, também manifestou apoio integral à redução da jornada de trabalho.
Na última quinta-feira (28), o senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da PEC na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), entregou parecer favorável rejeitando todas as 12 emendas apresentadas por senadores opositores. A estratégia mantém o texto idêntico ao aprovado na Câmara dos Deputados em maio, evitando que a proposta retorne para nova votação.
Entre as emendas descartadas estavam pedidos do Partido Liberal (PL) para manter as atuais 44 horas semanais de jornada, deixando a redução a cargo de acordos coletivos. Também foram rejeitadas propostas de extensão do período de transição para as empresas de até quatro anos.
A votação na Comissão de Constituição e Justiça está marcada para próxima quarta-feira, 2 de setembro. Caso aprovada, senadores aliados ao governo pressionam para que o plenário vote a proposta no mesmo dia, contornando prazos regimentais através de acordo político.
Se aprovada sem alterações, a PEC estabelecerá
redução progressiva da jornada semanal: 60 dias após promulgação, a jornada cairia para 42 horas; 12 meses depois, chegaria aos definitivos 40 horas semanais. A proposta garante dois dias de descanso remunerado por semana, com preferência pelo domingo, e veda qualquer redução salarial.
Para que a proposta se torne lei, são necessários 48 votos favoráveis dos 81 senadores que compõem a Casa, seguidos de sanção presidencial.
A Câmara dos Deputados aprovou a medida em maio com 461 votos favoráveis e apenas 19 contrários.
Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!
Siga a Sputnik Brasil e tenha acesso a conteúdos exclusivos no nosso canal no Telegram.
Já que a Sputnik está bloqueada em alguns países, por aqui você consegue baixar o nosso aplicativo para celular (somente para Android).