https://noticiabrasil.net.br/20260906/israel-volta-a-atacar-sul-do-libano--53860711.html
Israel volta a atacar sul do Líbano
Israel volta a atacar sul do Líbano
Sputnik Brasil
Os militares israelenses anunciaram que lançaram ataques aéreos no sul do Líbano neste sábado (5) em resposta a disparos de dois drones contra soldados... 06.09.2026, Sputnik Brasil
2026-09-06T03:06-0300
2026-09-06T03:06-0300
2026-09-06T03:06-0300
panorama internacional
mundo
líbano
israel
hezbollah
oriente médio e áfrica
drone
ataque
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07ea/06/07/51102038_0:160:3072:1888_1920x0_80_0_0_a253b78e504c640f1f03793e0f824031.jpg
Esta é a segunda vez em menos de 24 horas que Israel bombardeia o sul do Líbano. O exército de Israel alertou que moradores de Arab Salim deixassem a região imediatamente.Na sexta-feira (4), as forças armadas israelenses disseram ter atacado instalações de armazenamento de armas destinadas ao uso pelo Hezbollah no sul do Líbano. Desde 2 de março, os ataques israelenses mataram mais de 4,3 mil pessoas no Líbano.Com a anuência de Washington, o Líbano e Israel assinaram um acordo no fim de junho com o objetivo de alcançar uma "paz duradoura". No entanto, Tel Aviv manteve a ocupação do sul do Líbano e afirma que só sai depois que o Hezbollah se desarme.O acordo prevê que Israel se retire gradualmente de todo o território libanês ocupado, em troca do envio do exército libanês para a região, bem como o desarmamento do Hezbollah, organização política e paramilitar fundamentalista islâmica xiita libanesa. Por sua vez, o movimento considera o acordo inválido e acusa as autoridades libanesas de traírem o povo.Turquia acusa Israel de genocídioO presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, acusou o atual governo israelense de adotar uma política de ocupação e genocídio contra a população palestina. Segundo Erdogan, as consequências dessa política atingem não apenas os países vizinhos de Israel, mas também todos aqueles que defendem a paz regional e os valores humanitários."Temos a obrigação de ser fortes, ter capacidade de dissuasão, defender juntos nossos direitos e construir a paz e a segurança em nossa região", comentou Erdogan durante um evento em Istambul em 28 de agosto.Erdogan também comparou a situação na Faixa de Gaza, na Cisjordânia e no Líbano a páginas trágicas da história mundial. O presidente turco disse que as organizações internacionais e a comunidade mundial não demonstram determinação suficiente para interromper a violência.As relações entre Turquia e Israel permanecem tensas desde o início da operação militar israelense na Faixa de Gaza, em outubro de 2023. Ancara acusa as autoridades israelenses de uso desproporcional da força contra os palestinos e bloqueou as relações comerciais com Israel. O país também defende a criação de um Estado palestino independente dentro das fronteiras de 1967, com capital em Jerusalém Oriental
https://noticiabrasil.net.br/20260830/lider-supremo-do-ira-apela-que-os-paises-islamicos-resistam-aos-eua-e-israel-53626482.html
líbano
israel
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
2026
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
notícias
br_BR
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07ea/06/07/51102038_171:0:2902:2048_1920x0_80_0_0_244fcfe7ad5f6a72b8ab95218a58bd4d.jpgSputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
mundo, líbano, israel, hezbollah, oriente médio e áfrica, drone, ataque
mundo, líbano, israel, hezbollah, oriente médio e áfrica, drone, ataque
Israel volta a atacar sul do Líbano
Os militares israelenses anunciaram que lançaram ataques aéreos no sul do Líbano neste sábado (5) em resposta a disparos de dois drones contra soldados israelenses.
Esta é a segunda vez em menos de 24 horas que
Israel bombardeia o sul do Líbano. O exército de Israel alertou que
moradores de Arab Salim deixassem a região imediatamente.Na sexta-feira (4), as forças armadas israelenses disseram ter atacado instalações de armazenamento de armas destinadas ao uso pelo Hezbollah no sul do Líbano. Desde 2 de março, os ataques israelenses mataram mais de 4,3 mil pessoas no Líbano.
Com
a anuência de Washington, o Líbano e Israel assinaram um acordo no fim de junho com o objetivo de alcançar uma "paz duradoura". No entanto,
Tel Aviv manteve a ocupação do sul do Líbano e afirma que só sai depois que o Hezbollah se desarme.
O acordo prevê que
Israel se retire gradualmente de todo o território libanês ocupado, em troca do envio do exército libanês para a região, bem como o desarmamento do Hezbollah, organização política e paramilitar fundamentalista islâmica xiita libanesa. Por sua vez, o movimento considera o
acordo inválido e acusa as autoridades libanesas de traírem o povo.Turquia acusa Israel de genocídio
O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, acusou o
atual governo israelense de adotar uma
política de ocupação e genocídio contra a população palestina. Segundo Erdogan, as consequências dessa política atingem não apenas os países vizinhos de Israel, mas também todos aqueles que defendem a paz regional e os valores humanitários.
"Temos a obrigação de ser fortes, ter capacidade de dissuasão, defender juntos nossos direitos e construir a paz e a segurança em nossa região", comentou Erdogan durante um evento em Istambul em 28 de agosto.
Erdogan também comparou a situação na Faixa de Gaza, na Cisjordânia e no Líbano a
páginas trágicas da história mundial. O presidente turco disse que
as organizações internacionais e a comunidade mundial não demonstram determinação suficiente para interromper a violência.
As relações entre Turquia e Israel permanecem tensas desde o início da operação militar israelense na Faixa de Gaza, em outubro de 2023.
Ancara acusa as autoridades israelenses de uso desproporcional da força contra os palestinos e bloqueou as relações comerciais com Israel. O país também defende a criação de um Estado palestino independente dentro das fronteiras de 1967, com capital em Jerusalém Oriental
Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!
Siga a Sputnik Brasil e tenha acesso a conteúdos exclusivos no nosso canal no Telegram.
Já que a Sputnik está bloqueada em alguns países, por aqui você consegue baixar o nosso aplicativo para celular (somente para Android).