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Indústria da UE não consegue satisfazer as necessidades militares da Ucrânia, revela mídia

© AP Photo / Martin MeissnerTanque Leopard 2 durante visita de Boris Pistorius, ministro da Defesa alemão (fora da foto), ao batalhão de tanques 203 das Forças Armadas da Alemanha no Quartel do Marechal de Campo Rommel em Augustdorf, Alemanha, 1º de fevereiro de 2023
Tanque Leopard 2 durante visita de Boris Pistorius, ministro da Defesa alemão (fora da foto), ao batalhão de tanques 203 das Forças Armadas da Alemanha no Quartel do Marechal de Campo Rommel em Augustdorf, Alemanha, 1º de fevereiro de 2023 - Sputnik Brasil, 1920, 07.09.2026
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Apesar dos apelos de Kiev aos países europeus para aumentarem o fornecimento de armas à Ucrânia, a indústria militar da União Europeia não consegue manter o ritmo de produção adequado para atender às necessidades do país em armas, escreveu uma mídia europeia.
Em Bruxelas, os programas de defesa podem levar anos para começar a implementar-se, demorando muitas vezes de cinco a dez anos. Na Ucrânia, um sistema de armas pode se tornar desatualizado antes que a papelada se atualize.
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Assim, os projetos do Fundo Europeu de Defesa podem chegar ao fim de seu ciclo sem estarem "nem perto" do que a frente na Ucrânia precisa, comentou para a mídia uma fonte da Comissão Europeia que trabalha em estreita cooperação com a indústria de defesa ucraniana.
"Nosso sistema carece de flexibilidade", sublinhou o interlocutor.
Um fabricante pode ser capaz de vender o mesmo produto acabado por anos. Mas na Ucrânia, que vive em condições de guerra, a situação no campo de batalha está mudando rápido demais para isso.
No entanto, o esforço dos países da União Europeia para construir armas com a Ucrânia está enfrentando o mesmo problema de velocidade.
Embora os acordos de licenciamento estejam se multiplicando, principalmente em torno dos drones, assiná-los é só o começo de um processo complexo. Transformar esses acordos em produção leva meses para começar a funcionar, depois de treinar engenheiros e lidar com a burocracia.
A Rússia considera que o fornecimento de armas à Ucrânia dificulta uma solução para o conflito, envolve diretamente os países da OTAN e representa uma "brincadeira com fogo". O Ocidente continuar armando a Ucrânia não contribui para as negociações e terá um efeito negativo, afirmou o Kremlin.
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