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Mendonça manda soltar ex-procurador do INSS e revoga tornozeleira de ex-ministro de Jair Bolsonaro
Mendonça manda soltar ex-procurador do INSS e revoga tornozeleira de ex-ministro de Jair Bolsonaro
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O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), assinou nesta terça-feira (8) quatro decisões que afrouxam medidas cautelares na Operação Sem... 09.09.2026, Sputnik Brasil
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A medida manda soltar Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, ex-procurador-geral do INSS, preso preventivamente desde novembro de 2025 e apontado por ter recebido, junto a pessoas ligadas a ele, cerca de R$ 11,9 milhões repassados por empresas do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS". Ele deixa a prisão com tornozeleira eletrônica, passaporte retido e proibição de contato com outros investigados.As outras três decisões foram em favor de Samuel Chrisostomo do Bomfim Junior e outros quatro. Bomfim Junior é apontado como operador financeiro da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer). Ele também deixa a prisão e passa a usar tornozeleira eletrônica. Já Pedro Alves Corrêa Neto, servidor do Ministério da Agricultura, Ahmed Mohamad Oliveira Andrade, ex-ministro do Trabalho no governo de Jair Bolsonaro e ex-presidente do INSS — suspeito de receber R$ 100 mil em esquema do INSS, segundo O Globo —, e Gilmar Stelo, operador jurídico e financeiro do ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto, tiveram a tornozeleira retirada. Eles permanecem proibições de contato com investigados e testemunhas, de acesso a unidades do INSS e da Dataprev, de frequentar entidades associativas ligadas ao caso e de deixar o país.De acordo com o UOL, Mendonça argumentou que a troca da prisão por medidas cautelares não representa qualquer juízo sobre a responsabilidade criminal de Virgílio, apenas o reconhecimento de que a prisão deixou de ser necessária diante do avanço da investigação. A decisão contrariou parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) pela manutenção da custódia. O site também lembra que o ex-procurador negocia desde o início do ano um acordo de delação premiada, com termo de confidencialidade assinado em janeiro e depoimentos prestados em abril, sem resposta definitiva de PF e PGR até agora.
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Mendonça manda soltar ex-procurador do INSS e revoga tornozeleira de ex-ministro de Jair Bolsonaro
00:48 09.09.2026 (atualizado: 03:55 09.09.2026) O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), assinou nesta terça-feira (8) quatro decisões que afrouxam medidas cautelares na Operação Sem Desconto, que investiga descontos irregulares em aposentadorias e pensões do INSS.
A medida manda soltar Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, ex-procurador-geral do INSS, preso preventivamente desde novembro de 2025 e apontado por ter recebido, junto a pessoas ligadas a ele,
cerca de R$ 11,9 milhões repassados por empresas do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS". Ele
deixa a prisão com tornozeleira eletrônica, passaporte retido e proibição de contato com outros investigados.
As outras três decisões foram em favor de Samuel Chrisostomo do Bomfim Junior e outros quatro. Bomfim Junior é apontado como operador financeiro da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer). Ele também deixa a prisão e passa a usar tornozeleira eletrônica.
Já
Pedro Alves Corrêa Neto, servidor do Ministério da Agricultura, Ahmed Mohamad Oliveira Andrade,
ex-ministro do Trabalho no governo de Jair Bolsonaro e ex-presidente do INSS — suspeito de receber R$ 100 mil em esquema do INSS,
segundo O Globo —, e Gilmar Stelo, operador jurídico e financeiro do ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto, tiveram a tornozeleira retirada.
Eles permanecem proibições de contato com investigados e testemunhas, de acesso a unidades do INSS e da Dataprev, de frequentar entidades associativas ligadas ao caso e de deixar o país.
De
acordo com o UOL,
Mendonça argumentou que a troca da prisão por medidas cautelares não representa qualquer juízo sobre a responsabilidade criminal de Virgílio, apenas o reconhecimento de que a prisão deixou de ser necessária diante do avanço da investigação. A
decisão contrariou parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) pela manutenção da custódia.
O site também lembra que o ex-procurador negocia desde o início do ano um acordo de delação premiada, com termo de confidencialidade assinado em janeiro e
depoimentos prestados em abril, sem resposta definitiva de PF e PGR até agora.
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