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Se a Europa atacar a Rússia, a guerra será diferente e 'muito curta', declara Lavrov (VÍDEO)
Se a Europa atacar a Rússia, a guerra será diferente e 'muito curta', declara Lavrov (VÍDEO)
Sputnik Brasil
A Rússia espera que seu alerta sobre uma guerra "muito curta" e significativamente diferente, que acontecerá se a Europa decidir atacá-la, seja ouvido nas... 16.09.2026, Sputnik Brasil
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Lavrov destacou que, enquanto a Rússia não tem interesses nem intenções de atacar o Ocidente, é a Europa que declara regularmente que está se preparando para a guerra.No entanto, se os europeus realmente decidirem atacar a Rússia, será uma guerra completamente diferente, muito curta, observou.Segundo ele, a Rússia não busca o confronto com o Ocidente, e há tempos tenta promover uma agenda amigável, mas esta foi rejeitada.Conforme explicou Lavrov, por décadas, a Rússia procurou promover uma agenda amigável e unificadora com seus vizinhos ocidentais, visando construir uma arquitetura de paz, segurança indivisível, igualdade e cooperação prática mutuamente benéfica em vastas áreas, do Atlântico ao Pacífico.No entanto, segundo ele, tudo isso ficou para trás, pois foi rejeitado pelo Ocidente, que não aprendeu a interagir em igualdade de condições.Além disso, o chanceler russo elaborou que o Ocidente vê o fortalecimento da multipolaridade como uma ameaça ao seu domínio secular e tenta mantê-lo por métodos sujos.Lavrov também acrescentou que a Europa deseja manter o regime nazista no poder na Ucrânia e implantar forças em seu território. Portanto, a resolução do conflito ucraniano pressupõe o cumprimento das tarefas iniciais da operação militar especial russa, destinadas a eliminar as causas profundas da crise.Nesse contexto, ele lembrou que o conflito ucraniano é uma consequência direta da política expansionista do Ocidente.O que aconteceu nas ações do Ocidente, que, apenas neste ano, para defender seu domínio ilusório, invadiu a Venezuela, sequestrou o presidente eleito, assassinou o líder do Irã e seus familiares e, em geral, agrediu a República Islâmica, é o que aconteceu também no conflito na Ucrânia, uma consequência direta da política expansionista do Ocidente, detalhou.Assim, o chanceler russo concluiu que alcançar os objetivos da operação militar especial da Rússia na Ucrânia melhoraria a situação em toda a Eurásia e contribuiria para uma nova ordem mundial.
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Conflito na Ucrânia é uma consequência direta da política expansionista ocidental, afirma Lavrov
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Conflito na Ucrânia é uma consequência direta da política expansionista ocidental, afirma Lavrov
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Se a Europa atacar a Rússia, a guerra será diferente e 'muito curta', declara Lavrov (VÍDEO)
08:07 16.09.2026 (atualizado: 12:15 16.09.2026) A Rússia espera que seu alerta sobre uma guerra "muito curta" e significativamente diferente, que acontecerá se a Europa decidir atacá-la, seja ouvido nas capitais europeias, declarou na quarta-feira (16) o chanceler russo, Sergei Lavrov, no decorrer do Festival Internacional da Juventude.
Lavrov destacou que, enquanto a Rússia não tem interesses nem intenções de atacar o Ocidente, é a Europa que declara regularmente que está se preparando para a guerra.
No entanto, se os europeus realmente decidirem atacar a Rússia, será uma guerra completamente diferente, muito curta, observou.
"Espero que esta advertência tenha sido ouvida nas capitais europeias e nas estruturas que tentam agora representar uma Europa unida", ressaltou.
Segundo ele, a Rússia não busca o confronto com o Ocidente, e há tempos tenta promover uma agenda amigável, mas esta foi rejeitada.
Conforme explicou Lavrov, por décadas, a Rússia procurou promover uma agenda amigável e unificadora com seus vizinhos ocidentais, visando construir uma arquitetura de paz, segurança indivisível, igualdade e cooperação prática mutuamente benéfica em vastas áreas, do Atlântico ao Pacífico.
No entanto, segundo ele, tudo isso ficou para trás, pois foi rejeitado pelo Ocidente, que não aprendeu a interagir em igualdade de condições.
Além disso, o chanceler russo elaborou que o Ocidente vê o
fortalecimento da multipolaridade como uma
ameaça ao seu domínio secular e tenta mantê-lo por métodos sujos.
"Infelizmente, o processo objetivo de fortalecimento da multipolaridade enfrenta oposição agressiva das elites ocidentais. Elas ainda tentam manter seu domínio ilusório recorrendo aos métodos mais inescrupulosos", destacou.
Lavrov também acrescentou que
a Europa deseja manter o regime nazista no poder na Ucrânia e implantar forças em seu território. Portanto, a resolução do conflito ucraniano pressupõe o cumprimento das tarefas iniciais da
operação militar especial russa, destinadas a eliminar as causas profundas da crise.
Nesse contexto, ele lembrou que o conflito ucraniano é uma consequência direta da política expansionista do Ocidente.
O que aconteceu nas ações do Ocidente, que, apenas neste ano, para defender seu domínio ilusório, invadiu a Venezuela, sequestrou o presidente eleito, assassinou o líder do Irã e seus familiares e, em geral, agrediu a República Islâmica, é o que aconteceu também no conflito na Ucrânia, uma consequência direta da política expansionista do Ocidente, detalhou.
Assim, o chanceler russo concluiu que alcançar os objetivos da operação militar especial da Rússia na Ucrânia melhoraria a situação em toda a Eurásia e contribuiria para uma nova ordem mundial.
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