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China expande seu arsenal nuclear e desafia estratégia militar dos EUA, diz mídia

© AP Photo / Andy WongBandeira da China tremula acima de edifícios de escritórios em Xangai. China, 14 de abril de 2016
Bandeira da China tremula acima de edifícios de escritórios em Xangai. China, 14 de abril de 2016 - Sputnik Brasil, 1920, 16.09.2026
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A China confirmou o acúmulo em larga escala de forças nucleares estratégicas baseadas em silos, o que representa um avanço significativo em sua expansão militar, escreveu uma revista estadunidense.
A revista salienta que a China está fazendo grandes investimentos para expandir seu arsenal de mísseis balísticos intercontinentais que são baseados em silos.

"O programa de construção foi avaliado como a maior expansão do arsenal nuclear do país até o momento. Os silos estão distribuídos em vastas áreas no interior do país", ressalta a publicação.

Segundo a matéria, a China construiu cerca de 320 silos suspeitos de se destinarem a mísseis balísticos intercontinentais em três campos principais próximos a Yumen, Hami e Yulin, com aproximadamente 120, 110 e 90 silos, respectivamente.
Membro da Força Aérea dos EUA perto de uma bateria de mísseis Patriot na base aérea Prince Sultan em Al-Kharj, região central da Arábia Saudita, 20 de fevereiro de 2020 (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 23.06.2026
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Esses campos ocupam aproximadamente 1.110, 1.030 e 830 km², e os silos estão distantes vários quilômetros uns dos outros, o que dificulta a destruição de vários locais com um número limitado de armas.
Destaca-se que neutralizar as forças nucleares terrestres chinesas é um dos principais objetivos do programa de bombardeiros estratégicos B-21 dos Estados Unidos, projetado para realizar ataques de penetração em espaços aéreos fortemente defendidos.
No entanto, a rápida expansão da dissuasão nuclear chinesa, o fortalecimento de suas defesas antiaéreas e as melhorias dos componentes naval e aéreo de sua tríade nuclear estão tornando a destruição de suas forças nucleares cada vez mais difícil, conclui a reportagem.
Anteriormente, o mesmo veículo de informação relatou que a China estava realizando testes de voo com um bombardeiro não tripulado, com tecnologia furtiva e alcance intercontinental, o qual deve revolucionar as capacidades de ataque aéreo do país.
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