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Anel inacabado revela oficina de joalheria medieval em centro real e cristão na Escócia (FOTOS)
Anel inacabado revela oficina de joalheria medieval em centro real e cristão na Escócia (FOTOS)
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Arqueólogos e voluntários da comunidade encontraram evidências de uma oficina de joalheria do início da Idade Média em Govan Old, em Glasgow, na Escócia... 19.09.2026, Sputnik Brasil
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A revista sublinha que a escavação ocorreu no pátio de uma igreja de 1.500 anos. Entre os achados, estava um anel inacabado de xisto. Os arqueólogos chamam essa peça de "desbaste".Segundo a matéria, essa joia se soma a achados semelhantes em escavações da década de 1990, indicando que o xisto era utilizado para a produção de anéis, possivelmente devido à sua aparência escura, que lembrava o jato, material raro e valioso, utilizado em ornamentos de alto status.O anel também corrobora evidências de produção artesanal em pequena escala dentro de um complexo eclesiástico medieval que parece ter abrigado funções religiosas, reais e de manufatura.O local funcionou como centro cristão por volta do ano 500 d.C. e é mais antigo do que o Centro Cristão medieval de Iona. A datação por radiocarbono indica que dois enterros cristãos primitivos ocorreram entre 435 e 601 d.C., observa o texto.Após a captura de uma fortaleza real próxima pelas forças vikings em 870 d.C., após um cerco de quatro meses, a família real parece ter se mudado para a outra margem do rio.A descoberta de joias se encaixa em um padrão mais amplo de locais cristãos e reais de elite no início da Escócia medieval e na Europa, apoiando o trabalho artesanal qualificado, conclui a reportagem.
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Anel inacabado revela oficina de joalheria medieval em centro real e cristão na Escócia (FOTOS)
12:55 19.09.2026 (atualizado: 15:15 19.09.2026) Arqueólogos e voluntários da comunidade encontraram evidências de uma oficina de joalheria do início da Idade Média em Govan Old, em Glasgow, na Escócia, escreve a revista Archaeology News.
A revista
sublinha que a escavação ocorreu no pátio de uma igreja de 1.500 anos. Entre os achados, estava um anel inacabado de xisto. Os arqueólogos chamam essa peça de "desbaste".
"O anel fornece novas evidências sobre os estilos de joias utilizados por pessoas de alto status que viveram em Govan de 1.000 a 1.500 anos atrás. Durante esse período, Govan Old foi um importante centro cristão e real para os habitantes da região de Clyde", ressalta a publicação.
Professor Stephen Driscoll, do Govan Heritage Trust, nas escavações de Govan Old.
Professor Stephen Driscoll, do Govan Heritage Trust, nas escavações de Govan Old.
Segundo a matéria,
essa joia se soma a achados semelhantes em escavações da década de 1990, indicando que o xisto era utilizado para a produção de anéis, possivelmente devido à sua aparência escura, que lembrava o jato,
material raro e valioso, utilizado em ornamentos de alto status.
O anel também corrobora evidências de produção artesanal em pequena escala dentro de um complexo eclesiástico medieval que parece ter abrigado funções religiosas, reais e de manufatura.
O local funcionou como centro cristão por volta do ano 500 d.C.
e é mais antigo do que o Centro Cristão medieval de Iona. A
datação por radiocarbono indica que dois enterros cristãos primitivos ocorreram entre 435 e 601 d.C., observa o texto.
Após a captura de uma fortaleza real próxima pelas forças vikings em 870 d.C., após um cerco de quatro meses, a família real parece ter se mudado para a outra margem do rio.
A descoberta de joias se encaixa em um padrão mais amplo de locais cristãos e reais de elite no início da Escócia medieval e na Europa, apoiando o trabalho artesanal qualificado, conclui a reportagem.
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