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'É uma bobagem': neto de Charles de Gaulle avalia ambição de Macron de aumentar potencial nuclear francês
'É uma bobagem': neto de Charles de Gaulle avalia ambição de Macron de aumentar potencial nuclear francês
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A iniciativa francesa de dissuasão nuclear está fora da realidade e coloca a Europa em situação de risco, declarou à Sputnik o neto do ex-presidente francês... 24.09.2026, Sputnik Brasil
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Pierre de Gaulle destacou que essa iniciativa tem caráter demagógico e está desligada da situação internacional e da conjuntura política interna da França.Na visão do especialista, é um equívoco acreditar que os franceses serão capazes de criar uma defesa europeia e, assim, formar um exército europeu.Conforme acrescentou o interlocutor da Sputnik, para o presidente francês, Emmanuel Macron, essa iniciativa não passa de um jogo político, de puro teatro.Dessa forma, ele concluiu que a França não deve utilizar a questão das armas nucleares como argumento político.Em março, Macron declarou que a França está entrando em um período de dissuasão nuclear "avançada". Com essa nova abordagem, a França aumentará o número de ogivas nucleares e os países europeus poderão participar de exercícios conjuntos de dissuasão.De acordo com Macron, o Reino Unido, a Alemanha, a Polônia, os Países Baixos, a Bélgica, a Grécia, a Suécia e a Dinamarca já aderiram à "doutrina". Em setembro, a Finlândia também anunciou sua adesão.
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'É uma bobagem': neto de Charles de Gaulle avalia ambição de Macron de aumentar potencial nuclear francês
A iniciativa francesa de dissuasão nuclear está fora da realidade e coloca a Europa em situação de risco, declarou à Sputnik o neto do ex-presidente francês Charles de Gaulle e vice-presidente do júri do prêmio da paz nomeado em homenagem a Lev Tolstói, Pierre de Gaulle.
Pierre de Gaulle destacou que essa iniciativa tem caráter demagógico e está desligada da
situação internacional e da conjuntura política interna da França.
"Essa [iniciativa] é distorcida e extremamente perigosa. Eu me oponho veementemente a essa distorção, pois ela coloca os povos europeus em situação de risco. Isso é um disparate, uma bobagem", ressalta a publicação.
Na visão do especialista, é um equívoco acreditar que os franceses serão capazes de criar uma defesa europeia e, assim, formar um exército europeu.
Conforme acrescentou o interlocutor da Sputnik, para o presidente francês,
Emmanuel Macron,
essa iniciativa não passa de um jogo político, de puro teatro.
"No entanto, se exportarmos esse meio de dissuasão nuclear para outros países, teremos consequências automáticas", alertou.
Dessa forma, ele concluiu que a França não deve utilizar a questão das armas nucleares como argumento político.
Em março, Macron declarou que a França está entrando em um período de
dissuasão nuclear "avançada". Com essa nova abordagem, a
França aumentará o número de ogivas nucleares e os
países europeus poderão participar de exercícios conjuntos de dissuasão.
De acordo com Macron, o Reino Unido, a Alemanha, a Polônia, os Países Baixos, a Bélgica, a Grécia, a Suécia e a Dinamarca já aderiram à "doutrina". Em setembro, a Finlândia também anunciou sua adesão.
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