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'Censura no seu mais alto grau', acusa Flávio Bolsonaro após decisão do TSE sobre debate da Globo
'Censura no seu mais alto grau', acusa Flávio Bolsonaro após decisão do TSE sobre debate da Globo
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O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, acusou o Judiciário de interferir nas eleições e afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) usa... 01.10.2026, Sputnik Brasil
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Ao comentar as restrições impostas ao encontro, Flávio classificou a situação como "a censura no seu mais alto grau" e criticou a determinação para que a emissora não exibisse o púlpito destinado a Lula, que havia anunciado na última quarta (30) que não participaria do programa.O candidato também declarou que haveria interferências judiciais em diferentes estados do país e, citou como exemplo, o caso do Rio de Janeiro que, segundo ele, está sob "intervenção do Supremo Tribunal Federal (STF)". Ao lado do presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e candidato ao governo fluminense, Douglas Ruas, Flávio afirmou que o aliado deveria estar à frente do Palácio da Guanabara, atualmente sob a gestão de Ricardo Couto."O que está acontecendo é tão descarado e são interferências em vários estados do Brasil. Não coincidentemente, todos que são aliados do Lula. Então o Lula não só não vai no debate, como ele usa os seus amigos no Judiciário", disse.Críticas dão lugar a pedido de votoDurante a transmissão, o candidato também pediu que seus apoiadores compareçam às urnas no domingo (4) e afirmou ainda que uma eventual vitória permitiria indicar novos ministros para o STF. "A única chance de o Brasil voltar a ter uma democracia é com Flávio Bolsonaro presidente", afirmou.Em outro trecho, o senador declarou que sua candidatura seria a única capaz de derrotar Lula ainda no primeiro turno e apresentou a disputa eleitoral como uma oportunidade para enfrentar o que chamou de "sistema".Além de Ruas, a live teve a participação de outros aliados de Flávio, entre eles Pablo Marçal, que foi impedido de concorrer ao Palácio do Planalto pelo PRTB por estar inelegível, a senadora Tereza Cristina (PP), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e o candidato ao governo do Paraná Sergio Moro (PL). Marçal, inclusive, pediu que os demais candidatos da direita, como Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante), desistam do processo eleitoral para apoiar o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.Em seu momento de pico, a transmissão no Youtube chegou a ser acompanhada por pouco mais de 950 mil pessoas, enquanto a live do presidente Lula no canal Flow bateu recorde com 1,6 milhão de usuários ao vivo.Decisões alteraram debate da GloboA TV Globo havia marcado o encontro para as 21h30 desta quinta e anunciou o cancelamento pouco antes do início após receber duas decisões judiciais que, segundo a emissora, provocaram instabilidade jurídica para a realização do programa.Uma delas foi assinada pela ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Estela Aranha, que determinou a retirada do púlpito destinado a Lula, além de impedir perguntas dos candidatos presentes dirigidas ao presidente. A outra decisão foi tomada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, que determinou a participação do presidenciável Renan Santos (Missão).Em comunicado sobre o cancelamento, a Globo afirmou que as decisões alteraram as condições previstas para o encontro, que seria o último debate presidencial antes do primeiro turno. A emissora também informou que as mudanças judiciais provocaram insegurança quanto à realização do programa.
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'Lula usa seus amigos no Judiciário para impor a censura'
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'Censura no seu mais alto grau', acusa Flávio Bolsonaro após decisão do TSE sobre debate da Globo
23:50 01.10.2026 (atualizado: 00:13 02.10.2026) O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, acusou o Judiciário de interferir nas eleições e afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) usa integrantes da Justiça para impedir manifestações de seus adversários. As declarações foram durante live na TV Celular após o cancelamento do debate presidencial na TV Globo.
Ao comentar as
restrições impostas ao encontro, Flávio classificou a situação como "a censura no seu mais alto grau" e criticou a determinação para que a
emissora não exibisse o púlpito destinado a Lula, que havia anunciado na última quarta (30) que não participaria do programa.
"Nessas eleições, a proibição de se mostrar o púlpito do candidato ausente Lula, o futuro ex-presidente do Brasil, uma decisão obrigando a Globo a retirar o púlpito de lá, e pior do que isso, determinando que os candidatos presentes não pudessem fazer perguntas ao Lula. É a censura no seu mais alto grau, transparente e sem vergonha, que vocês já viram nos últimos tempos", afirmou.
O candidato também declarou que
haveria interferências judiciais em diferentes estados do país e, citou como exemplo, o caso do Rio de Janeiro que, segundo ele, está sob "intervenção do Supremo Tribunal Federal (STF)". Ao lado do presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e
candidato ao governo fluminense, Douglas Ruas, Flávio afirmou que o aliado deveria estar à frente do Palácio da Guanabara, atualmente sob a gestão de Ricardo Couto.
"O que está acontecendo é tão descarado e são interferências em vários estados do Brasil. Não coincidentemente, todos que são aliados do Lula. Então o Lula não só não vai no debate, como ele usa os seus amigos no Judiciário", disse.
Críticas dão lugar a pedido de voto
Durante a transmissão, o candidato também pediu que seus apoiadores compareçam às urnas no domingo (4) e afirmou ainda que uma eventual vitória permitiria indicar novos ministros para o STF. "A única chance de o Brasil voltar a ter uma democracia é com Flávio Bolsonaro presidente", afirmou.
Em outro trecho, o senador declarou que sua candidatura seria a
única capaz de derrotar Lula ainda no primeiro turno e apresentou a disputa eleitoral como uma oportunidade para enfrentar o que chamou de "sistema".
"Somente Flávio Bolsonaro tem condições de vencer o Lula já no primeiro turno. Para começar a consertar esse país a partir da próxima segunda-feira. Vamos impor uma derrota a esse sistema e ter a oportunidade de indicar ministros para a Suprema Corte desse Brasil, homens e mulheres que sejam decentes que tomem decisões conforme a lei, conforme a Constituição."
Além de Ruas, a live teve a participação de outros aliados de Flávio, entre eles Pablo Marçal, que foi impedido de concorrer ao Palácio do Planalto pelo PRTB por estar inelegível, a senadora Tereza Cristina (PP), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e o candidato ao governo do Paraná Sergio Moro (PL). Marçal, inclusive, pediu que os demais candidatos da direita, como Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante), desistam do processo eleitoral para apoiar o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Em seu momento de pico, a transmissão no Youtube chegou a ser acompanhada por pouco mais de 950 mil pessoas, enquanto a live do presidente Lula no canal Flow bateu recorde com 1,6 milhão de usuários ao vivo.
Decisões alteraram debate da Globo
A TV Globo havia marcado o encontro para as 21h30 desta quinta e anunciou o cancelamento pouco antes do início após receber duas decisões judiciais que, segundo a emissora, provocaram instabilidade jurídica para a realização do programa.
Uma delas foi assinada pela ministra do
Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Estela Aranha, que determinou a retirada do púlpito destinado a Lula, além de impedir perguntas dos candidatos presentes dirigidas ao presidente. A outra decisão foi tomada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, que determinou a participação do presidenciável Renan Santos (Missão).
Em comunicado sobre o cancelamento, a Globo afirmou que as decisões alteraram as condições previstas para o encontro, que seria o último debate presidencial antes do primeiro turno. A emissora também informou que as mudanças judiciais provocaram insegurança quanto à realização do programa.
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