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Lula promete reformar Judiciário em 2027 e diz que decisão das urnas é soberana
Lula promete reformar Judiciário em 2027 e diz que decisão das urnas é soberana
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste domingo (4), após votar em São Bernardo do Campo (SP), que, se reeleito, vai propor no ano que vem... 04.10.2026, Sputnik Brasil
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"Eu, ganhando as eleições, eu vou propor para o ano que vem uma reforma no Poder Judiciário. E também tem que ter uma reforma na política. Tem que ter uma profunda na política."Lula citou que dois ou três ministros devem se aposentar e que caberá ao presidente indicar os substitutos ao Senado. Ele disse que pretende definir tempo de mandato para os ministros da Suprema Corte. Defendeu que quem quiser integrar o tribunal não pode "querer ser rico". "É incompatível. Aquilo é um sacerdócio", afirmou.O presidente disse que quer consultar a sociedade para montar um conselho que escolha quem irá ocupar as vagas da Corte. Afirmou que chamará juristas e pessoas que conhecem o mundo do direito para definir os critérios. Segundo ele, não pode "inventar uma reforma", e a mudança será "aquela que a sociedade entender que deva ser feita".Lula classificou o dia como "glorioso para o Brasil" e afirmou que a eleição define "uma nova página da história" do país. Para ele, o eleitor terá de escolher entre o fortalecimento do regime democrático e a barbárie, "entre o desenvolvimento e o atraso, entre o crescimento econômico e o retrocesso".O presidente também minimizou pesquisas de intenção de voto divulgadas nos últimos dias. Segundo ele, os levantamentos de ontem e anteontem "não valem nada" diante do resultado que será conhecido às 17h00, com o fim da votação.Para Lula, a apuração é a "pesquisa definitiva", sem variação. "É o resultado final das eleições", afirmou. "Seja boa ou ruim, é a pesquisa que vai valer."Lula fez um apelo para que eleitores com mais de 70 anos, que pela lei não são obrigados a votar, compareçam às urnas. "A pessoa tem que pensar no Brasil, nos seus filhos, nos seus netos."Ao defender o próprio governo, o presidente disse que o país foi recuperado, a inflação controlada, o crescimento retomado e o salário mínimo aumentado. Afirmou que foi feita "uma verdadeira revolução na educação" e que "nunca se fez sequer perto" do que foi realizado na área.Lula reconheceu, porém, que ainda falta muito. Disse que é preciso "fazer o dobro" para garantir o futuro do país. "São 500 anos de atraso, e você não resolve 500 anos em dez anos."Lula afirmou ainda que o Brasil não avança com o que chamou de "orgia" em torno da "quadrilha do Banco Master". Para ele, o país vai para a frente "com seriedade, com comportamento de caráter, de dignidade dos seus governantes".Sobre educação, o presidente disse que é preciso "formar, formar e formar" cada vez mais jovens para a revolução industrial digital e a transição energética. Afirmou que o Brasil deve tirar proveito das novidades do cenário mundial, como o setor de minerais críticos.Ele disse que o país não repetirá o modelo dos ciclos do ouro e do minério de ferro, baseados só na exportação. "A gente vai querer processar aqui dentro do Brasil, transformar e produzir as coisas com valor agregado."Em São Paulo, Lula disse confiar na vitória de Fernando Haddad (PT) ao governo e de Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) ao Senado. Para ele, o estado "nunca teve a chance de votar em duas pessoas" com a qualificação das duas candidatas.A votação se iniciou às 08h00, no horário de Brasília, e se estende até as 17h00. Caso haja segundo turno, está previsto para 25 de outubro.
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Após votar em SP, Lula promete reforma no STF se reeleito
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Pesquisa 'não vale nada diante da pesquisa que vai ser feita às 17h', diz Lula
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Lula promete reformar Judiciário em 2027 e diz que decisão das urnas é soberana
11:45 04.10.2026 (atualizado: 12:37 04.10.2026) O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste domingo (4), após votar em São Bernardo do Campo (SP), que, se reeleito, vai propor no ano que vem uma reforma do Poder Judiciário. Segundo ele, a mudança inclui novos critérios para a escolha de ministros da Suprema Corte.
"Eu, ganhando as eleições, eu vou propor para o ano que vem uma
reforma no Poder Judiciário. E também tem que ter uma reforma na política. Tem que ter uma profunda na política."
Lula citou que dois ou três ministros devem se aposentar e que caberá ao presidente indicar os substitutos ao Senado. Ele disse que pretende definir tempo de mandato para os ministros da Suprema Corte. Defendeu que quem quiser integrar o tribunal não pode "querer ser rico". "É incompatível. Aquilo é um sacerdócio", afirmou.
O presidente disse que quer consultar a sociedade para montar um conselho que escolha quem irá ocupar as vagas da Corte. Afirmou que chamará juristas e pessoas que conhecem o mundo do direito para definir os critérios. Segundo ele, não pode "inventar uma reforma", e a mudança será "aquela que a sociedade entender que deva ser feita".
Lula classificou o dia como "glorioso para o Brasil" e afirmou que
a eleição define "uma nova página da história" do país. Para ele, o eleitor terá de escolher entre o fortalecimento do regime democrático e a barbárie, "entre o desenvolvimento e o atraso, entre o crescimento econômico e o retrocesso".
"O povo é soberano e o resultado do povo será acatado por todos os 215 milhões de brasileiros", declarou. Ele disse estar confiante na vitória, tanto pelo trabalho do governo quanto pela mobilização da campanha em todo o país.
O presidente também minimizou pesquisas de intenção de voto divulgadas nos últimos dias. Segundo ele, os levantamentos de ontem e anteontem "não valem nada" diante do resultado que será conhecido às 17h00, com o fim da votação.
Para Lula, a apuração é a "pesquisa definitiva", sem variação. "É o resultado final das eleições", afirmou. "Seja boa ou ruim, é a pesquisa que vai valer."
Lula fez um apelo para que eleitores com mais de 70 anos, que pela lei não são obrigados a votar, compareçam às urnas. "A pessoa tem que pensar no Brasil, nos seus filhos, nos seus netos."
Ao defender o próprio governo, o presidente disse que o país foi recuperado, a inflação controlada, o crescimento retomado e o salário mínimo aumentado. Afirmou que foi feita "uma verdadeira revolução na educação" e que "nunca se fez sequer perto" do que foi realizado na área.
Lula reconheceu, porém, que ainda falta muito. Disse que é preciso "fazer o dobro" para garantir o futuro do país. "São 500 anos de atraso, e você não resolve 500 anos em dez anos."
"O Brasil não irá pra frente facilitando a venda de armas", disse. Segundo ele, o país avança com a distribuição de livros didáticos nas escolas, e não "com miliciano".
Lula afirmou ainda que o Brasil não avança com o que chamou de "orgia" em torno da "quadrilha do Banco Master". Para ele, o país vai para a frente "com seriedade, com comportamento de caráter, de dignidade dos seus governantes".
Sobre educação, o presidente disse que é preciso "formar, formar e formar" cada vez mais jovens para a revolução industrial digital e a transição energética. Afirmou que o Brasil deve tirar proveito das novidades do cenário mundial, como o setor de minerais críticos.
Ele disse que o país não repetirá o modelo dos ciclos do ouro e do minério de ferro, baseados só na exportação. "A gente vai querer processar aqui dentro do Brasil, transformar e produzir as coisas com valor agregado."
Em São Paulo, Lula disse confiar na vitória de Fernando Haddad (PT) ao governo e de Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) ao Senado. Para ele, o estado "nunca teve a chance de votar em duas pessoas" com a qualificação das duas candidatas.
A votação se iniciou às 08h00, no horário de Brasília, e se estende até as 17h00. Caso haja segundo turno, está previsto para 25 de outubro.
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