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Maduro e esposa podem enfrentar novas acusações nos EUA por suposta tortura de norte-americanos
Maduro e esposa podem enfrentar novas acusações nos EUA por suposta tortura de norte-americanos
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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, podem ser alvo de novas acusações nos Estados Unidos relacionadas à suposta tortura de... 07.10.2026, Sputnik Brasil
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Segundo a emissora, promotores de Nova York avaliam apresentar as novas acusações já na próxima quinta-feira (8). As denúncias estão relacionadas à detenção de mais de uma dezena de cidadãos dos EUA em prisões venezuelanas durante o período em que Maduro comandou o país.Entre os norte-americanos que relataram abusos estão Matthew Heath e Osman Khan, libertados em uma troca de prisioneiros em outubro de 2022. Na ação judicial, os dois afirmaram ter sido submetidos a métodos como afogamento simulado, choques elétricos, ameaças de violência sexual, uso de substâncias que alterariam a percepção e períodos de confinamento solitário.Outro grupo citado pela CNN é o chamado "Citgo 6", formado por seis executivos do setor de petróleo que foram detidos na Venezuela em 2017 e permaneceram presos por quase cinco anos. Em processos contra a Citgo, Tomeu Vadell, Alirio Jose Zambrano e Jose Luis Zambrano afirmaram ter sofrido tortura durante o período de encarceramento.Os norte-americanos passaram pela Direção-Geral de Contrainteligência Militar (DGCIM), órgão que, segundo relatório das Nações Unidas citado pela CNN, foi responsável por detenções arbitrárias, maus-tratos e tortura de opositores políticos e seus familiares.Maduro e Flores foram sequestrados em Caracas no início do ano e, desde então, seguem presos em Nova York. Na primeira audiência, ambos declararam ser inocentes das acusações de conspiração para narcoterrorismo e de outros crimes. O presidente contesta a legalidade de sua prisão e, por meio de seus advogados, sustenta que teria direito à imunidade, já que os fatos alegados teriam ocorrido enquanto ocupava a presidência.Flores deve comparecer a uma audiência na quinta-feira, quando sua defesa pretende solicitar novamente que ela seja colocada em prisão domiciliar enquanto aguarda o julgamento. A promotoria afirma ainda que o governo venezuelano não apresentou em nome de Maduro um pedido de imunidade.
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Maduro e esposa podem enfrentar novas acusações nos EUA por suposta tortura de norte-americanos
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, podem ser alvo de novas acusações nos Estados Unidos relacionadas à suposta tortura de cidadãos norte-americanos mantidos sob custódia do governo venezuelano nos últimos anos. As informações foram reveladas pela CNN nesta quarta-feira (7).
Segundo a emissora, promotores de Nova York
avaliam apresentar as novas acusações já na próxima quinta-feira (8). As denúncias estão relacionadas à detenção de mais de uma dezena de cidadãos dos EUA em prisões venezuelanas durante o
período em que Maduro comandou o país.
Entre os norte-americanos que relataram abusos estão
Matthew Heath e Osman Khan, libertados em uma
troca de prisioneiros em outubro de 2022. Na ação judicial, os dois afirmaram ter sido submetidos a métodos como afogamento simulado, choques elétricos, ameaças de violência sexual, uso de substâncias que alterariam a percepção e períodos de confinamento solitário.
Outro grupo citado pela CNN é o chamado "Citgo 6", formado por seis
executivos do setor de petróleo que foram detidos na Venezuela em 2017 e permaneceram presos por quase cinco anos. Em processos contra a Citgo, Tomeu Vadell, Alirio Jose Zambrano e Jose Luis Zambrano afirmaram ter
sofrido tortura durante o período de encarceramento.
Os norte-americanos passaram pela Direção-Geral de Contrainteligência Militar (DGCIM), órgão que, segundo relatório das Nações Unidas citado pela CNN, foi responsável por detenções arbitrárias, maus-tratos e tortura de opositores políticos e seus familiares.
Maduro e Flores foram
sequestrados em Caracas no início do ano e, desde então, seguem presos em Nova York. Na primeira audiência, ambos declararam ser inocentes das
acusações de conspiração para narcoterrorismo e de outros crimes. O presidente contesta a legalidade de sua prisão e, por meio de seus advogados, sustenta que teria direito à imunidade, já que os fatos alegados teriam ocorrido enquanto ocupava a presidência.
Flores deve comparecer a uma audiência na quinta-feira, quando sua defesa pretende solicitar novamente que ela seja colocada em
prisão domiciliar enquanto aguarda o julgamento. A promotoria afirma ainda que o governo venezuelano
não apresentou em nome de Maduro um pedido de imunidade.
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