https://noticiabrasil.net.br/20261010/midia-principal-porto-dos-eua-para-o-comercio-com-a-china-registra-seu-trimestre-mais-movimentado-54998128.html
Mídia: principal porto dos EUA para o comércio com a China registra seu trimestre mais movimentado
Mídia: principal porto dos EUA para o comércio com a China registra seu trimestre mais movimentado
Sputnik Brasil
O porto de Los Angeles registrou um recorde de atividade entre julho e setembro, impulsionado pela demanda dos consumidores e pela redução de tarifas em... 10.10.2026, Sputnik Brasil
2026-10-10T06:37-0300
2026-10-10T06:37-0300
2026-10-10T09:32-0300
panorama internacional
américas
ásia e oceania
china
eua
vietnã
tarifas
comércio
comércio exterior
economia
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07e5/0c/07/20574866_41:0:1819:1000_1920x0_80_0_0_b0677538a9f2af36eb0b57132a6f4f6d.png
O Porto de Los Angeles, principal ponto de entrada de mercadorias provenientes da China e de outros países asiáticos nos Estados Unidos, teve seu trimestre mais movimentado entre julho e setembro, apesar das tensões comerciais e das mudanças nas cadeias de suprimentos globais.O diretor executivo do porto, Gene Seroka, informou, em declarações repercutidas pelo jornal South China Morning Post, que, durante esse período, foram movimentadas quase três milhões de Unidades Equivalentes a Vinte Pés (TEU, na sigla em inglês), uma medida utilizada para calcular a capacidade de carga. Além disso, detalhou que, entre junho e setembro, foram transportados cerca de quatro milhões de contêineres.Além disso, em setembro, as importações através do porto aumentaram 19% em relação ao ano anterior, enquanto as exportações cresceram 10%. O executivo alertou que os volumes de saída continuam abaixo do habitual, em parte devido aos problemas enfrentados por agricultores e fabricantes norte-americanos.Embora a China continue sendo a principal fonte de importações do porto, sua participação passou de aproximadamente 60% em 2018 para uma projeção de 40% para 2026. O Vietnã ocupa o segundo lugar entre os países de origem das mercadorias. As importações dos EUA provenientes da China somaram US$ 308 bilhões (mais de R$ 1,54 trilhão) em 2025, uma queda de cerca de 30%, enquanto as provenientes do Vietnã aumentaram 42%, segundo dados do Gabinete do Representante Comercial dos Estados Unidos.Willy Shih, professor da Harvard Business School, afirmou que países como Vietnã e México registraram "grande crescimento" em suas exportações para os Estados Unidos, mas ainda dependem de "bens intermediários chineses", e que, apesar dos acordos para prorrogar a trégua comercial entre Washington e Pequim até 10 de janeiro de 2027 e estabelecer um mecanismo para possíveis reduções tarifárias, os comerciantes continuam enfrentando incertezas.O especialista avaliou que eles precisam de regras estáveis e de um horizonte de planejamento mais amplo para reduzir riscos e preparar alternativas diante de possíveis mudanças comerciais.
https://noticiabrasil.net.br/20260916/tarifas-dos-eua-jogam-o-canada-nos-bracos-da-china-e-prejudicam-a-propria-economia-norte-americana-54161514.html
china
vietnã
estados unidos
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
2026
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
notícias
br_BR
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07e5/0c/07/20574866_263:0:1596:1000_1920x0_80_0_0_8682d146fdf956c6ef2b12ddc9ddc724.pngSputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
américas, ásia e oceania, china, eua, vietnã, tarifas, comércio, comércio exterior, economia, economia mundial, exportações, importações, south china morning post, estados unidos
américas, ásia e oceania, china, eua, vietnã, tarifas, comércio, comércio exterior, economia, economia mundial, exportações, importações, south china morning post, estados unidos
Mídia: principal porto dos EUA para o comércio com a China registra seu trimestre mais movimentado
06:37 10.10.2026 (atualizado: 09:32 10.10.2026) O porto de Los Angeles registrou um recorde de atividade entre julho e setembro, impulsionado pela demanda dos consumidores e pela redução de tarifas em relação a 2025. No entanto, as mudanças nas cadeias de suprimentos mantêm a incerteza para os comerciantes.
O Porto de Los Angeles, principal ponto de entrada de
mercadorias provenientes da China e de outros países asiáticos nos Estados Unidos,
teve seu trimestre mais movimentado entre julho e setembro, apesar das tensões comerciais e das mudanças nas cadeias de suprimentos globais.
O diretor executivo do porto, Gene Seroka, informou, em declarações
repercutidas pelo jornal South China Morning Post, que, durante esse período,
foram movimentadas quase três milhões de Unidades Equivalentes a Vinte Pés (TEU, na sigla em inglês), uma medida utilizada para calcular a capacidade de carga. Além disso, detalhou que, entre junho e setembro, foram transportados cerca de quatro milhões de contêineres.
Seroka atribuiu o crescimento à redução das tarifas em relação aos níveis de 2025, à forte demanda dos consumidores antes das festas de fim de ano e às dificuldades operacionais persistentes nos canais de Suez e do Panamá.
Além disso, em setembro, as
importações através do porto aumentaram 19% em relação ao ano anterior, enquanto as exportações cresceram 10%. O executivo
alertou que os volumes de saída continuam abaixo do habitual, em parte devido aos problemas enfrentados por agricultores e fabricantes norte-americanos.
Embora a China continue sendo a principal fonte de importações do porto, sua participação passou de aproximadamente 60% em 2018 para uma projeção de 40% para 2026. O Vietnã ocupa o segundo lugar entre os países de
origem das mercadorias. As importações dos EUA provenientes da China
somaram US$ 308 bilhões (mais de R$ 1,54 trilhão) em 2025, uma queda de cerca de 30%, enquanto as provenientes do Vietnã aumentaram 42%, segundo dados do Gabinete do Representante Comercial dos Estados Unidos.
Willy Shih, professor da Harvard Business School, afirmou que países como Vietnã e México registraram "grande crescimento" em suas exportações para os Estados Unidos, mas
ainda dependem de "bens intermediários chineses", e que, apesar dos acordos para prorrogar a trégua comercial entre Washington e Pequim até 10 de janeiro de 2027 e estabelecer um mecanismo para
possíveis reduções tarifárias, os comerciantes continuam enfrentando incertezas.
O especialista avaliou que eles precisam de regras estáveis e de um horizonte de planejamento mais amplo para reduzir riscos e preparar alternativas diante de possíveis mudanças comerciais.
Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!
Siga a Sputnik Brasil e tenha acesso a conteúdos exclusivos no nosso canal no Telegram.
Já que a Sputnik está bloqueada em alguns países, por aqui você consegue baixar o nosso aplicativo para celular (somente para Android).