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Arábia Saudita ataca capital do Iêmen e houthis prometem retaliar
Arábia Saudita ataca capital do Iêmen e houthis prometem retaliar
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O grupo iemenita Ansar Allah, também conhecido como houthis, afirmou nesta terça-feira (13) que a Arábia Saudita atacou a capital do Iêmen, Sanaa, tendo como... 13.10.2026, Sputnik Brasil
2026-10-13T15:51-0300
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De acordo com o canal de TV Al Masirah, a coalizão liderada pela Arábia Saudita atacou o posto central da Companhia de Petróleo do Iêmen, em Sabah, e um depósito de combustível nos arredores de Sanaa.A Arábia Saudita afirmou que a instalação bombardeada não possuía estoque de produtos petrolíferos e que o ataque não afetou as reservas de petróleo nem as cadeias de abastecimento.Os houthis já haviam ameaçado resposta "dura e dolorosa" a qualquer ataque a Sanaa, por meio do porta-voz Yahya Saree, que afirmou que os alvos poderiam incluir a sede da Saudi Aramco em Dhahran e uma refinaria de petróleo em Riad.Sábado (10), os houthis atacaram com mísseis balísticos o Aeroporto Internacional Rei Khalid, localizado na capital da Arábia Saudita, deixando dezenas de mortos e centenas de feridos, segundo a Autoridade Geral de Aviação Civil Saudita, além de instalações petrolíferas pertencentes à Saudi Aramco.Os ataques dos houthis ocorrem em resposta à agressão de Riad, que vem bombardeando Sanaa nos últimos dias, capital do Iêmen.A escalada entre Iêmen e Arábia Saudita acirrou drasticamente nas últimas semanas, rompendo a trégua entre as partes, firmada em 2022. A tensão entre os países teve início em 2015, quando a Arábia Saudita interviu no Iêmen para reinstalar o governo apoiado por Riad e aliados, entre eles, os Estados Unidos.Porta de entrada sul para o mar Vermelho, o estreito se tornou rota mais vital para o fornecimento de energia da Arábia Saudita e de outros países desde o início da guerra dos EUA com o Irã, em fevereiro, quando Teerã fechou o estreito de Ormuz, que liga o golfo Pérsico ao Oceano Índico.Embora uma ofensiva do governo, iniciada há uma semana, com o objetivo de repelir os houthis, tenha os afastado da área mais próxima do estreito, o grupo permanece entrincheirado nas proximidades e conquistou territórios nos arredores da cidade de Taiz neste mês.O presidente turco, Tayyip Erdogan, disse a Mohammad bin Salman que Ancara apoiaria o reino, segundo a liderança turca.A Turquia e o Paquistão assinaram um pacto de defesa mútua com a Arábia Saudita neste verão, embora a Turquia ainda precise ratificar o tratado no parlamento.O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou nesta segunda-feira (13) que também conversou com Mohammad bin Salman e que os houthis estavam "se comportando muito mal". Trump cogitou pedir a Erdogan que intervenha em apoio à Arábia Saudita.Washington, o aliado mais forte da Arábia Saudita, não se envolveu diretamente no apoio militar aos sauditas contra os houthis.O conflito no Iêmen foi retomado como um desdobramento da guerra mais ampla entre os EUA e o Irã, que começou com o ataque conjunto dos EUA e de Israel à república islâmica em 28 de fevereiro.O Irã, rival regional de longa data de Riad, ofereceu-se para mediar o conflito entre a Arábia Saudita e os houthis, afirmou o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, no domingo (11).
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mundo, donald trump, mohammed bin salman, arábia saudita, iêmen, sanaa, ansar allah, estreito de ormuz, saudi aramco, sheikh mohammad al khalid al sabah
Arábia Saudita ataca capital do Iêmen e houthis prometem retaliar
15:51 13.10.2026 (atualizado: 16:34 13.10.2026) O grupo iemenita Ansar Allah, também conhecido como houthis, afirmou nesta terça-feira (13) que a Arábia Saudita atacou a capital do Iêmen, Sanaa, tendo como alvo um depósito de petróleo nos arredores da cidade.
De acordo com o canal de TV Al Masirah, a coalizão liderada pela Arábia Saudita atacou o posto central da Companhia de Petróleo do Iêmen, em Sabah, e um depósito de combustível nos arredores de Sanaa.
A Arábia Saudita afirmou que a instalação bombardeada não possuía estoque de produtos petrolíferos e que o ataque não afetou as reservas de petróleo nem as cadeias de abastecimento.
Os houthis já haviam ameaçado resposta "dura e dolorosa" a qualquer ataque a Sanaa, por meio do porta-voz Yahya Saree, que afirmou que os alvos poderiam incluir a sede da Saudi Aramco em Dhahran e uma refinaria de petróleo em Riad.
Sábado (10), os houthis atacaram com mísseis balísticos o
Aeroporto Internacional Rei Khalid, localizado na capital da Arábia Saudita,
deixando dezenas de mortos e centenas de feridos, segundo a Autoridade Geral de Aviação Civil Saudita, além de instalações petrolíferas pertencentes à Saudi Aramco.
Os ataques dos houthis ocorrem em resposta à agressão de Riad, que vem bombardeando Sanaa nos últimos dias, capital do Iêmen.
A escalada entre Iêmen e Arábia Saudita
acirrou drasticamente nas últimas semanas, rompendo a trégua entre as partes, firmada em 2022. A tensão entre os países teve início em 2015, quando a Arábia Saudita interviu no Iêmen para reinstalar o governo apoiado por Riad e aliados, entre eles, os Estados Unidos.
Porta de entrada sul para o mar Vermelho, o estreito se tornou rota mais vital para o fornecimento de energia da Arábia Saudita e de outros países desde o início da guerra dos EUA com o Irã, em fevereiro, quando Teerã fechou o
estreito de Ormuz, que liga o golfo Pérsico ao Oceano Índico.
Embora uma ofensiva do governo, iniciada há uma semana, com o objetivo de repelir os houthis, tenha os afastado da área mais próxima do estreito, o grupo permanece entrincheirado nas proximidades e conquistou territórios nos arredores da cidade de Taiz neste mês.
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presidente turco, Tayyip Erdogan, disse a Mohammad bin Salman que Ancara apoiaria o reino, segundo a liderança turca.
A Turquia e o Paquistão assinaram um pacto de defesa mútua com a Arábia Saudita neste verão, embora a Turquia ainda precise ratificar o tratado no parlamento.
O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou nesta segunda-feira (13) que também conversou com Mohammad bin Salman e que os houthis estavam "se comportando muito mal". Trump cogitou pedir a Erdogan que intervenha em apoio à Arábia Saudita.
Washington, o aliado mais forte da Arábia Saudita, não se envolveu diretamente no apoio militar aos sauditas contra os houthis.
O conflito no Iêmen foi retomado como um desdobramento da guerra mais ampla entre os EUA e o Irã, que começou com o ataque conjunto dos EUA e de Israel à república islâmica em 28 de fevereiro.
O Irã, rival regional de longa data de Riad, ofereceu-se para mediar o conflito entre a Arábia Saudita e os houthis, afirmou o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, no domingo (11).
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