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Flávio Bolsonaro defenderá PEC das horas trabalhadas mesmo se escala 6 x 1 acabar, diz líder do PL
Flávio Bolsonaro defenderá PEC das horas trabalhadas mesmo se escala 6 x 1 acabar, diz líder do PL
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Após Flávio Bolsonaro (PL) declarar que votará a favor do fim da escala 6 x 1, em meio à pressão popular, o líder do partido na Câmara dos Deputados, Sóstenes... 14.10.2026, Sputnik Brasil
2026-10-14T19:38-0300
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Segundo o parlamentar, a discussão sobre o texto deve ficar para depois do segundo turno das eleições. A proposta tem autoria do senador Rogério Marinho (PL-RN), que também é coordenador da campanha presidencial de Flávio, e prevê um regime alternativo à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), baseado na negociação entre empregador e trabalhador sobre a remuneração por hora trabalhada.O deputado afirmou que o modelo não estabelece salário mínimo nem uma quantidade mínima de horas de trabalho por semana. Segundo ele, a remuneração pode ser reduzida conforme os termos negociados entre as partes.Já sobre a manutenção de direitos previstos na CLT, como 13º salário, FGTS e férias remuneradas, Sóstenes disse que a proposta não contempla essas garantias. "Você tem que mudar o chip", afirmou. Conforme o parlamentar, as partes poderiam optar pela contratação nos moldes da CLT, com os direitos previstos na legislação, ou pelo pagamento por hora trabalhada.A declaração de Sóstenes ocorre um dia depois de Flávio Bolsonaro afirmar que votaria a favor do fim da escala 6 x 1 para atender à "vontade da maioria do povo". O senador vinha criticando a mudança e defendendo o modelo de remuneração por hora trabalhada. A votação da proposta estava prevista para esta quarta-feira (14).
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Flávio Bolsonaro defenderá PEC das horas trabalhadas mesmo se escala 6 x 1 acabar, diz líder do PL
19:38 14.10.2026 (atualizado: 19:50 14.10.2026) Após Flávio Bolsonaro (PL) declarar que votará a favor do fim da escala 6 x 1, em meio à pressão popular, o líder do partido na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou nesta quarta-feira (14) que o senador manterá a defesa da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) das horas trabalhadas, que prevê um modelo alternativo à CLT.
Segundo o parlamentar, a discussão sobre o texto deve ficar para depois do segundo turno das eleições. A proposta tem autoria do
senador Rogério Marinho (PL-RN), que também é coordenador da campanha presidencial de Flávio, e prevê um regime alternativo à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), baseado na
negociação entre empregador e trabalhador sobre a remuneração por hora trabalhada.
"Na nossa mentalidade, nós nunca vamos mudar o conceito, a melhor relação é hora trabalhada, hora recebida […]. Essa outra PEC é opcional ao trabalhador, se ele quiser uma nova modalidade de trabalho que nós entendemos que é melhor", disse.
O deputado afirmou que
o modelo não estabelece salário mínimo nem uma quantidade mínima de horas de trabalho por semana. Segundo ele, a remuneração
pode ser reduzida conforme os termos negociados entre as partes.
Já sobre a
manutenção de direitos previstos na CLT, como 13º salário, FGTS e férias remuneradas, Sóstenes disse que
a proposta não contempla essas garantias. "Você tem que mudar o chip", afirmou. Conforme o parlamentar, as partes poderiam optar pela contratação nos moldes da CLT, com os direitos previstos na legislação, ou pelo pagamento por hora trabalhada.
A declaração de Sóstenes ocorre um dia depois de Flávio Bolsonaro afirmar que votaria a favor do fim da escala 6 x 1 para atender à "vontade da maioria do povo". O senador vinha criticando a mudança e defendendo o modelo de remuneração por hora trabalhada. A votação da proposta estava prevista para esta quarta-feira (14).
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