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Nações Unidas aprovam resolução e pressiona EUA a suspender embargo econômico contra Cuba
Nações Unidas aprovam resolução e pressiona EUA a suspender embargo econômico contra Cuba
Sputnik Brasil
A Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU) aprovou novamente a resolução que pede o fim do embargo econômico dos Estados Unidos contra Cuba, nesta... 28.10.2026, Sputnik Brasil
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Na América Latina, votaram contra a proposta Argentina, Colômbia, Paraguai, Equador e Costa Rica, além da nação caribenha de Trinidad e Tobago.Já Chile, República Dominicana, Honduras e Peru optaram pela abstenção, e Bolívia, Guatemala, El Salvador e Venezuela não registraram voto. Esta foi também a primeira vez que países como Alemanha e Itália figuraram entre as abstenções. A favor votaram Brasil, México, Uruguai, Nicarágua e Panamá.Segundo denunciou o chanceler cubano, Bruno Rodríguez, Washington exerceu fortes pressões sobre diversos países para "reduzir o apoio" à resolução.A AGNU vem aprovando, desde 1992, resoluções que exigem a suspensão das sanções unilaterais dos EUA contra Cuba. Apesar de não ser juridicamente vinculativas, tais moções demonstram a opinião dos Estados.Segundo as autoridades cubanas, desde que Donald Trump assumiu a presidência dos EUA, em janeiro de 2025, as sanções contra a ilha foram endurecidas e a perseguição financeira aumentou.No início deste ano, as tensões entre Washington e Havana se intensificaram, após uma ação militar dos EUA na Venezuela. No dia 29 de janeiro, Trump assinou um decreto que autorizava a aplicação de tarifas sobre as importações de países que fornecem petróleo a Cuba.A medida gerou uma grave escassez de combustível, que, além de ter resultado em apagões prolongados, afetou setores vitais da economia, como transporte, produção de alimentos, saúde e educação.
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Nações Unidas aprovam resolução e pressiona EUA a suspender embargo econômico contra Cuba
12:50 28.10.2026 (atualizado: 14:48 28.10.2026) A Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU) aprovou novamente a resolução que pede o fim do embargo econômico dos Estados Unidos contra Cuba, nesta quarta-feira (28). A proposta teve 130 votos favoráveis — entre eles o do Brasil —, 17 contrários e 25 abstenções.
Na América Latina, votaram contra a proposta Argentina, Colômbia, Paraguai, Equador e Costa Rica, além da nação caribenha de Trinidad e Tobago.
EUA, Israel, Hungría, Eslovênia, Lituânia, Ucrânia, Bósnia e Herzegovina, República Tcheca, Macedônia do Norte, Marrocos e Emirados Árabes Unidos também votaram contra.
Já Chile, República Dominicana, Honduras e Peru optaram pela abstenção, e Bolívia, Guatemala, El Salvador e Venezuela não registraram voto. Esta foi também a primeira vez que países como Alemanha e Itália figuraram entre as abstenções. A favor votaram Brasil, México, Uruguai, Nicarágua e Panamá.
Segundo denunciou o chanceler cubano, Bruno Rodríguez,
Washington exerceu fortes pressões sobre diversos países para "reduzir o apoio" à resolução.
A AGNU vem aprovando, desde 1992, resoluções que exigem a suspensão das sanções unilaterais dos EUA contra Cuba. Apesar de não ser juridicamente vinculativas, tais moções demonstram a opinião dos Estados.
Segundo as autoridades cubanas, desde que Donald Trump assumiu a presidência dos EUA, em janeiro de 2025, as
sanções contra a ilha foram endurecidas e a perseguição financeira aumentou.
No início deste ano, as tensões entre Washington e Havana se intensificaram, após uma
ação militar dos EUA na Venezuela. No dia 29 de janeiro, Trump assinou um decreto que
autorizava a aplicação de tarifas sobre as importações de países que fornecem petróleo a Cuba.
A medida gerou uma grave escassez de combustível, que, além de ter resultado em apagões prolongados, afetou setores vitais da economia, como transporte, produção de alimentos, saúde e educação.
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