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Flávio Bolsonaro se declara presidente eleito e diz que permanecerá nos EUA para liderar oposição
Flávio Bolsonaro se declara presidente eleito e diz que permanecerá nos EUA para liderar oposição
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Em comunicado publicado por Paulo Figueiredo, senador denuncia suposta fraude eleitoral, acusa instituições brasileiras de perseguição política e agradece a... 28.10.2026, Sputnik Brasil
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O jornalista e influenciador Paulo Figueiredo publicou uma nota, atribuída a Flávio Bolsonaro, na qual o senador se apresenta como legítimo presidente eleito do Brasil, denuncia uma suposta fraude eleitoral e acusa instituições brasileiras de promover perseguição política contra sua família. O parlamentar chegou aos Estados Unidos nesta quarta-feira (28), após passar pela Argentina e pelo Equador.No comunicado, Flávio afirma que levou a família para os Estados Unidos, onde diz estar em segurança, e agradece ao presidente argentino, Javier Milei, ao presidente estadunidense, Donald Trump, e ao povo dos EUA pelo acolhimento."Quero deixar claro: não fugi do Brasil, eu saí pelo Brasil, saí de um regime de exceção para poder ser o líder que o meu povo merece", afirma o senador no texto. Ele diz que permanecerá nos Estados Unidos para continuar sua atuação política e liderar a oposição brasileira a partir do exterior.Logo depois, a carta foi substituída por uma nova versão, em que Flávio refere-se como "líder do Brasil", não mais como presidente eleito. Também foi trocado o brasão nacional do Brasil na carta, cuja primeira versão contava com um emblema usado durante a ditadura militar em que se lê "Estados Unidos do Brazil", com a letra "z". A segunda versão contou com o atual escrito, "República Federativa do Brasil".Flávio também questiona a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), acusa as instituições de favorecerem o resultado eleitoral e afirma que a oposição enfrenta restrições à liberdade de expressão e ao exercício da atividade política. As acusações são apresentadas no comunicado sem comprovação independente.O parlamentar compara sua situação à de figuras históricas que atuaram politicamente no exílio, como Rui Barbosa, Charles de Gaulle e José Martí, além de citar opositores do governo venezuelano. Ele sustenta que sua saída do Brasil não representa uma fuga, mas uma decisão para continuar sua atuação política no exterior.O senador também faz um apelo às instituições brasileiras para que, segundo ele, restabeleçam o equilíbrio entre os Poderes, e à comunidade internacional para que não normalize o que descreve como perseguição política no país.PL manifesta apoioLíderes do Partido Liberal (PL) no Congresso Nacional divulgaram nesta quarta-feira uma nota em que manifestam "total apoio e solidariedade ao senador Flávio Bolsonaro e a seus familiares".O texto, assinado pelos líderes Sóstenes Cavalcante, na Câmara dos Deputados, e Carlos Portinho, no Senado, afirma que o parlamentar e sua família não estão sozinhos e que a legenda continuará apoiando o senador."Flávio Bolsonaro e sua família não estão sozinhos", diz o comunicado. A nota também declara que as bancadas do partido permanecerão unidas "em defesa da democracia, da liberdade e dos princípios que nos movem".A manifestação ocorre após a chegada de Flávio aos Estados Unidos. Segundo informações divulgadas por autoridades argentinas, o senador entrou na Argentina às 22h50 de terça-feira (27), pela Ponte Internacional Tancredo Neves, que liga Foz do Iguaçu, no Paraná, a Puerto Iguazú, na Argentina. Ele teria utilizado um passaporte italiano e, posteriormente, embarcado em um jatinho com destino ao Equador, de onde seguiu para a região de Miami, nos Estados Unidos.Documentos de imigração citados em reportagens indicam que Flávio entrou nos EUA por meio de uma autorização normalmente concedida por razões humanitárias. Segundo as informações divulgadas, os passaportes do senador haviam sido cancelados por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, a pedido da Polícia Federal (PF), sob a justificativa de risco de fuga no curso das investigações às quais ele responde.Na nota, Flávio também afirma ter ficado estarrecido com a suposta fraude eleitoral no segundo turno. O Partido Liberal, porém, reconheceu o resultado das eleições, segundo informações divulgadas pela imprensa.
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sputnik brasil, américas, flávio bolsonaro, donald trump, javier milei, argentina, brasil, estados unidos, supremo tribunal federal (stf), pl, tribunal superior eleitoral, charles de gaulle
Flávio Bolsonaro se declara presidente eleito e diz que permanecerá nos EUA para liderar oposição
17:19 28.10.2026 (atualizado: 20:18 28.10.2026) Em comunicado publicado por Paulo Figueiredo, senador denuncia suposta fraude eleitoral, acusa instituições brasileiras de perseguição política e agradece a Donald Trump pelo acolhimento.
O jornalista e influenciador Paulo Figueiredo publicou uma nota, atribuída a Flávio Bolsonaro, na qual
o senador se apresenta como legítimo presidente eleito do Brasil, denuncia uma suposta fraude eleitoral e acusa instituições brasileiras de promover perseguição política contra sua família. O parlamentar
chegou aos Estados Unidos nesta quarta-feira (28),
após passar pela Argentina e pelo Equador.
No comunicado, Flávio afirma que levou a família para os Estados Unidos, onde diz estar em segurança, e agradece ao presidente argentino, Javier Milei, ao presidente estadunidense, Donald Trump, e ao povo dos EUA pelo acolhimento.
"Quero deixar claro: não fugi do Brasil, eu saí pelo Brasil, saí de um regime de exceção para poder ser o líder que o meu povo merece", afirma o senador no texto. Ele diz que permanecerá nos Estados Unidos para continuar sua atuação política e liderar a oposição brasileira a partir do exterior.
Logo depois, a carta foi substituída por uma nova versão, em que Flávio refere-se como "líder do Brasil", não mais como presidente eleito. Também foi trocado o brasão nacional do Brasil na carta, cuja primeira versão contava com um emblema usado durante a ditadura militar em que se lê "Estados Unidos do Brazil", com a letra "z". A segunda versão contou com o atual escrito, "República Federativa do Brasil".
Flávio também questiona a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), acusa as instituições de favorecerem o resultado eleitoral e afirma que a oposição enfrenta restrições à liberdade de expressão e ao exercício da atividade política. As acusações são apresentadas no comunicado sem comprovação independente.
O parlamentar compara sua situação à de figuras históricas que atuaram politicamente no exílio, como Rui Barbosa, Charles de Gaulle e José Martí, além de citar opositores do governo venezuelano. Ele sustenta que sua saída do Brasil não representa uma fuga, mas uma decisão para continuar sua atuação política no exterior.
"Direi o que vocês, aí, não podem dizer, e assumirei os riscos que vocês não podem correr."
O senador também faz um apelo às instituições brasileiras para que, segundo ele, restabeleçam o equilíbrio entre os Poderes, e à comunidade internacional para que não normalize o que descreve como perseguição política no país.
Líderes do Partido Liberal (PL) no Congresso Nacional divulgaram nesta quarta-feira uma nota em que manifestam "total apoio e solidariedade ao senador Flávio Bolsonaro e a seus familiares".
O texto, assinado pelos líderes
Sóstenes Cavalcante, na Câmara dos Deputados, e Carlos Portinho, no Senado, afirma que o parlamentar e sua família não estão sozinhos e que a legenda continuará apoiando o senador.
"Flávio Bolsonaro e sua família não estão sozinhos", diz o comunicado. A nota também declara que as bancadas do partido permanecerão unidas "em defesa da democracia, da liberdade e dos princípios que nos movem".
A manifestação ocorre após a chegada de Flávio aos Estados Unidos. Segundo informações divulgadas por autoridades argentinas, o senador entrou na Argentina às 22h50 de terça-feira (27), pela Ponte Internacional Tancredo Neves, que liga Foz do Iguaçu, no Paraná, a Puerto Iguazú, na Argentina. Ele teria utilizado um passaporte italiano e, posteriormente, embarcado em um jatinho com destino ao Equador, de onde seguiu para a região de Miami, nos Estados Unidos.
Documentos de imigração citados em reportagens indicam que Flávio entrou nos EUA por meio de uma autorização normalmente concedida por razões humanitárias. Segundo as informações divulgadas, os passaportes do senador haviam sido cancelados por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, a pedido da Polícia Federal (PF), sob a justificativa de risco de fuga no curso das investigações às quais ele responde.
Na nota, Flávio também afirma ter ficado estarrecido com a suposta fraude eleitoral no segundo turno.
O Partido Liberal, porém,
reconheceu o resultado das eleições, segundo
informações divulgadas pela imprensa.Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!
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