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Deputados do PT acionam PF para investigar rede de apoio à ida de Flávio Bolsonaro aos EUA
Deputados do PT acionam PF para investigar rede de apoio à ida de Flávio Bolsonaro aos EUA
Sputnik Brasil
Representação pede apuração sobre possível participação de Eduardo Bolsonaro, do advogado Willer Tomaz e de aliados ligados aos governos de Javier Milei e... 28.10.2026, Sputnik Brasil
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O líder do PT na Câmara dos Deputados, Pedro Uczai (SC), e o deputado federal Rogério Correia (MG) acionaram a Polícia Federal (PF) para investigar uma suposta rede de apoio político e financeiro que teria viabilizado a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil e sua chegada aos Estados Unidos. Os parlamentares pedem a identificação de possíveis envolvidos na organização da viagem, incluindo aliados políticos, empresários e agentes ligados aos governos da Argentina e dos EUA.Flávio teria deixado o Brasil pela fronteira de Foz do Iguaçu (PR), apesar de uma ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibia sua saída do país. O documento afirma que o senador entrou na Argentina com um passaporte italiano e chegou aos Estados Unidos com um passaporte diplomático brasileiro que já estaria cancelado.Entre os nomes que os deputados querem ver investigados estão Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal, e o advogado Willer Tomaz. Os parlamentares também pedem esclarecimentos sobre o uso de uma aeronave da empresa argentina Baires Fly e de outro jatinho ligado a Tomaz, além de rastreamento dos recursos usados para financiar o deslocamento.A representação solicita ainda que a PF investigue uma possível participação de autoridades ou agentes ligados aos governos de Javier Milei, na Argentina, e Donald Trump, nos Estados Unidos. Os deputados querem esclarecer as circunstâncias da passagem de Flávio pela Argentina, onde ele teria recebido escolta policial, e de sua entrada nos EUA. A viagem também incluiu uma escala no Equador.Suspeita de desinformaçãoOs parlamentares pedem que a Polícia Federal apure se uma rede de desinformação teria atuado para despistar as autoridades brasileiras e dificultar a localização do senador durante o deslocamento. A representação solicita a identificação de possíveis responsáveis pela divulgação coordenada de informações falsas ou contraditórias sobre o paradeiro e o itinerário de Flávio.O documento também aponta a possibilidade de crimes como favorecimento pessoal, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e embaraço à investigação. Os deputados pedem que a PF apure se terceiros participaram conscientemente de eventuais irregularidades relacionadas à viagem.Além da investigação policial, Uczai e Correia solicitam que o Ministério das Relações Exteriores cobre explicações dos governos da Argentina, do Equador e dos Estados Unidos. A representação também pede que o Itamaraty avalie convocar o embaixador argentino e adote medidas para recolher o passaporte diplomático do senador.Os parlamentares defendem ainda o acionamento da Interpol por meio de difusão azul, mecanismo usado para obter informações sobre a identidade, a localização ou as atividades de pessoas relacionadas a investigações criminais.O pedido se soma a outras iniciativas relacionadas à saída de Flávio do país. Segundo informações divulgadas pela imprensa, também foi solicitada ao STF a prisão preventiva do senador e a emissão de um alerta vermelho da Interpol. Os pedidos e as suspeitas apresentados pelos deputados ainda dependem de apuração pelas autoridades competentes.
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Deputados do PT acionam PF para investigar rede de apoio à ida de Flávio Bolsonaro aos EUA
19:00 28.10.2026 (atualizado: 19:47 28.10.2026) Representação pede apuração sobre possível participação de Eduardo Bolsonaro, do advogado Willer Tomaz e de aliados ligados aos governos de Javier Milei e Donald Trump na viagem do senador.
O líder do PT na Câmara dos Deputados, Pedro Uczai (SC), e o deputado federal Rogério Correia (MG) acionaram a Polícia Federal (PF) para investigar uma suposta rede de apoio político e financeiro que teria viabilizado a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil e sua chegada aos Estados Unidos.
Os parlamentares pedem a identificação de possíveis envolvidos na
organização da viagem, incluindo aliados políticos, empresários e agentes ligados aos governos da Argentina e dos EUA.
Flávio teria deixado o Brasil pela fronteira de Foz do Iguaçu (PR), apesar de uma ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibia sua saída do país. O documento afirma que o senador entrou na Argentina com um passaporte italiano e chegou aos Estados Unidos com um passaporte diplomático brasileiro que já estaria cancelado.
Entre os nomes que os deputados querem ver investigados estão
Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal, e o advogado Willer Tomaz. Os parlamentares também pedem esclarecimentos sobre o uso de uma aeronave da empresa argentina Baires Fly e de outro jatinho ligado a Tomaz, além de rastreamento dos recursos usados para
financiar o deslocamento.
A representação solicita ainda que a PF investigue
uma possível participação de autoridades ou agentes ligados aos governos de Javier Milei, na Argentina, e Donald Trump, nos Estados Unidos. Os deputados querem esclarecer as circunstâncias da passagem de Flávio pela Argentina, onde ele teria recebido escolta policial, e de sua entrada nos EUA. A viagem também incluiu uma
escala no Equador.
Suspeita de desinformação
Os parlamentares pedem que a Polícia Federal apure se
uma rede de desinformação teria atuado para despistar as autoridades brasileiras e dificultar a localização do senador durante o deslocamento. A representação solicita a identificação de possíveis responsáveis pela
divulgação coordenada de informações falsas ou contraditórias sobre o paradeiro e o itinerário de Flávio.
O documento também aponta a possibilidade de crimes como favorecimento pessoal, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e embaraço à investigação. Os deputados pedem que a PF apure se terceiros participaram conscientemente de eventuais irregularidades relacionadas à viagem.
Além da investigação policial, Uczai e Correia solicitam que o Ministério das Relações Exteriores cobre explicações dos governos da Argentina, do Equador e dos Estados Unidos. A representação também pede que o Itamaraty avalie convocar o embaixador argentino e adote medidas para recolher o passaporte diplomático do senador.
Os parlamentares defendem ainda o acionamento da Interpol por meio de difusão azul, mecanismo usado para obter informações sobre a identidade, a localização ou as atividades de pessoas relacionadas a investigações criminais.
O pedido se soma a outras iniciativas relacionadas à saída de Flávio do país. Segundo informações divulgadas pela imprensa, também foi solicitada ao STF a prisão preventiva do senador e a emissão de um alerta vermelho da Interpol. Os pedidos e as suspeitas apresentados pelos deputados ainda dependem de apuração pelas autoridades competentes.
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