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Zelensky tenta abafar o caso da câmara de tortura secreta, diz enviado russo
Zelensky tenta abafar o caso da câmara de tortura secreta, diz enviado russo
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Vladimir Zelensky está se esforçando muito para abafar o caso da descoberta de uma câmara de tortura nos arredores de Kiev, afirmou hoje (7) o enviado especial... 07.11.2026, Sputnik Brasil
2026-11-07T09:45-0300
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Por exemplo, uma médica que se deslocou ao local do incidente foi levada a tribunal. Além disso, o Serviço de Segurança da Ucrânia iniciou a busca de residentes que participaram de protesto ou que simplesmente passavam pelo local, disse ele.Miroshnik sublinhou que Zelensky sabe da existência de câmaras de tortura secretas na Ucrânia, mas nunca admitirá isso publicamente.A ditadura ucraniana recorre a todos os meios ao seu alcance, ignorando por completo os direitos humanos e as normas democráticas, concluiu.Uma multidão de moradores protestou nesta segunda-feira (2) em frente a uma casa residencial no povoado de Petropavlovskaya Borschagovka, nos arredores de Kiev. As pessoas diziam que o imóvel servia de local de aprisionamento ilegal e de tortura para seus familiares.Os militares aceitaram liberar os "desertores e mobilizados" em estado crítico, incluindo um adolescente de 14 anos, mas alegaram que as vítimas haviam sofrido os traumas antes de estarem sob sua custódia, mas sem explicar a razão de tais feridos permanecerem na casa sem hospitalização.A maioria dos manifestantes foi para casa; os demais foram dispersados à força.Após o fim do protesto, as autoridades deixaram de tentar agradar os manifestantes e mudaram o posicionamento. Passaram a afirmar que não houve tortura nem aprisionamento forçado no prédio: a nova versão dizia que se tratava de um local de deslocamento comum de mobilizados, que teria sido alvo de "provocação".
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Zelensky tenta abafar o caso da câmara de tortura secreta, diz enviado russo
09:45 07.11.2026 (atualizado: 10:06 07.11.2026) Vladimir Zelensky está se esforçando muito para abafar o caso da descoberta de uma câmara de tortura nos arredores de Kiev, afirmou hoje (7) o enviado especial da chancelaria russa para os crimes do regime de Kiev, Rodion Miroshnik.
Por exemplo, uma médica que se deslocou ao local do incidente foi levada a tribunal. Além disso, o Serviço de Segurança da Ucrânia iniciou a busca de residentes que participaram de protesto ou que simplesmente passavam pelo local, disse ele.
Miroshnik sublinhou que Zelensky sabe da existência de câmaras de tortura secretas na Ucrânia, mas nunca admitirá isso publicamente.
A ditadura ucraniana recorre a todos os meios ao seu alcance, ignorando por completo os direitos humanos e as normas democráticas, concluiu.
Uma multidão de moradores
protestou nesta segunda-feira (2) em frente a uma casa residencial no povoado de Petropavlovskaya Borschagovka, nos arredores de Kiev. As pessoas diziam que
o imóvel servia de local de aprisionamento ilegal e de tortura para seus familiares.
Os militares aceitaram liberar os "desertores e mobilizados" em estado crítico, incluindo um adolescente de 14 anos, mas alegaram que as vítimas haviam sofrido os traumas antes de estarem sob sua custódia, mas sem explicar a razão de tais feridos permanecerem na casa sem hospitalização.
A maioria dos manifestantes foi para casa; os demais foram dispersados à força.
Após o fim do protesto, as autoridades deixaram de tentar agradar os manifestantes e mudaram o posicionamento. Passaram a afirmar que não houve tortura nem aprisionamento forçado no prédio: a nova versão dizia que se tratava de um local de deslocamento comum de mobilizados, que teria sido alvo de "provocação".
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