Panorama internacional

BRICS 'pode se tornar um contrapeso mais forte' para o G7 se expandir novamente, diz mídia

Bandeiras dos países-membros do BRICS durante a 15ª cúpula do agrupamento, em Joanesburgo, na África do Sul
O grupo, que pode em breve passar por uma terceira expansão, está sendo promovido pela China para desafiar a hegemonia dos EUA, segundo a Bloomberg.
Sputnik
A expansão do grupo BRICS o torna um "contrapeso mais forte" para o G7, e busca desafiar o domínio dos EUA no cenário mundial, escreveu na sexta-feira (21) a agência norte-americana Bloomberg.
"[…] A expansão [do BRICS] é mais política e menos sobre a economia [...]. A aliança ampliada pode se tornar um contrapeso mais forte para o chamado Grupo dos Sete", diz a mídia, citando analistas da agência.
De acordo com a Bloomberg, a China busca construir uma ordem mundial alternativa, "atraindo os Estados do Hemisfério Sul para sua órbita econômica", desafiando assim a hegemonia dos EUA.
Bandeira russa no pináculo do Palácio do Grande Kremlin, em Moscou. Rússia, 23 de fevereiro de 2024
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Muitas associações internacionais estão atualmente buscando um objetivo semelhante, indica a Bloomberg, citando a OPEP, a OCX, o Mercosul e a União Africana como exemplos.
A Rússia passou a presidir o BRICS por um ano em 1º de janeiro de 2024. A presidência russa tem como lema o reforço do multilateralismo para o desenvolvimento global equitativo e a segurança. A Rússia está organizando mais de 200 eventos políticos, econômicos e sociais, incluindo uma reunião em Nizhny Novgorod, no âmbito da presidência.
O ano começou com a entrada de novos membros na organização – além da África do Sul, do Brasil, da China, da Índia e da Rússia, agora inclui a Arábia Saudita, o Egito, os Emirados Árabes Unidos, a Etiópia e o Irã. A África do Sul foi a primeira a se juntar ao grupo em 2010.
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