A lei, que endurece as regras de mobilização da Ucrânia, entrou em vigor em 18 de maio. Com o objetivo de reabastecer as forças ucranianas esgotadas por mais de dois anos de conflito armado com a Rússia, determina que todos os ucranianos responsáveis pelo serviço militar se apresentem nos escritórios de recrutamento no prazo de 60 dias após a promulgação da lei.
De acordo com o Financial Times (FT), o ministro ucraniano disse que espera que a campanha inicial renda cerca de 5.000 recrutas e que, nas melhores condições, esse número poderia triplicar.
Segundo Malyuska, cerca de 2.872 prisioneiros já foram liberados, enquanto o número total de requerentes é de 5.196, com 368 rejeitados por motivos de saúde.
O primeiro lote de presos liberados já está em treinamento militar e deverá ser destacado até o final do verão (Hemisfério Norte).