Em coletiva de imprensa, ele garantiu que seu governo é contra as afirmações apresentadas na Nova Estratégia de Segurança do país norte-americano, divulgada há algumas semanas.
Jiakun destacou que a narrativa sobre a "ameaça chinesa" é uma forma de "interferir nos assuntos internos da China, minar sua soberania, segurança e o desenvolvimento de seus interesses".
"A China pede aos EUA que vejam o desenvolvimento chinês e as relações China-EUA de maneira racional e objetiva, e que trabalhem com [Pequim] na mesma direção, [colaborando] juntos para alcançar os importantes acordos firmados pelos dois presidentes em Busan, e que não apliquem os pontos negativos relacionados à China em seu plano", afirmou o funcionário chinês.
Na Nova Estratégia de Segurança dos EUA, é proibido que investidores daquele país invistam em tecnologia chinesa e suspensos contratos do governo federal com empresas chinesas de biotecnologia. Além disso, é prevista uma verba de 1 bilhão de dólares para a Iniciativa de Cooperação em Segurança de Taiwan.
No dia 5 de dezembro, a Casa Branca publicou a Nova Estratégia de Segurança Nacional dos EUA.
O documento exige que a Europa assuma a responsabilidade pela sua própria defesa. Também destaca o problema da regulamentação excessiva, da imigração em massa e da restrição da liberdade de expressão na UE.