Trump afirmou ao canal NBC News que os EUA não estão em guerra com a Venezuela. "Estamos em guerra com quem vende drogas. Estamos em guerra com quem despeja seus presos em nosso país, seus viciados em drogas e seus pacientes de hospitais psiquiátricos", justificou.
O presidente norte-americano também rechaçou a possibilidade de eleições nos próximos 30 dias e ressaltou que Washington "precisa consertar o país [Venezuela] primeiro". Perguntado sobre quem comandará a Venezuela neste momento, ele foi enfático: "Eu."
De acordo com ele, a Venezuela será supervisionada por um grupo do alto escalão do governo norte-americano, entre eles o secretário de Estado Marco Rubio, o secretário de Defesa Pete Hegseth, o vice-chefe de gabinete da Casa Branca Stephen Miller e o vice-presidente J.D. Vance.
Além disso, ele afirmou que os EUA podem subsidiar a reconstrução de infraestruturas energéticas e de petróleo em Caracas, em um movimento que, segundo ele, não demoraria mais que 18 meses.
Questionado se houve algum acordo com alguma autoridade da Venezuela para remover Maduro, Trump respondeu que "muita gente" gostaria de fazer um acordo, mas que ação que retirou Maduro à força de Caracas ocorreu sem a ajuda do círculo íntimo do presidente venezuelano.