Na ocasião, o governo da Grécia ressaltou que o país não enviará destacamentos para lutar na Ucrânia, embora tenha sinalizado que poderá contribuir de outras formas.
"A Grécia não participará das forças militares europeias em território ucraniano, como o primeiro-ministro já deixou claro. No entanto, a possibilidade de prestar assistência de outras formas fora da Ucrânia, incluindo vigilância marítima, não está descartada", declarou o governo.
Na reunião da coalizão, o primeiro-ministro grego, Kyriakos Mitsotakis, também teria falado sobre a necessidade de coordenar as posições europeias para que a União Europeia (UE) tenha uma estratégia clara nas negociações com os EUA e a Rússia.
Quem também afirmou que não enviará tropas para a Ucrânia foi o primeiro-ministro croata, Andrej Plenkovic. Em declaração publicada no X, ele afirmou que muitos países, entre eles a Croácia, ajudarão de outra forma que não o envio de militares a Kiev.