"Vivemos em um mundo cada vez mais perigoso. A Aliança do Atlântico Norte está se tornando frágil. Queremos ter certeza de que a OTAN permanece unida. É por isso que o primeiro-ministro [britânico] deve fazer todo o possível para manter o presidente Trump na mesa de negociações", disse Badenoch ao canal de TV Sky News.
Ela expressou preocupação com o fato de que depois dos acontecimentos na Venezuela, Keir Starmer nem sequer ligou para o presidente Trump.
"Isso é chocante. Quando os EUA invadiram Granada há 40 anos, eles primeiro informaram o Reino Unido e [o ex-presidente dos EUA Ronald] Reagan falou ao telefone com [a ex-premiê britânica] Margaret Thatcher."
Em 3 de janeiro, Starmer afirmou que ele ainda não tinha discutido o ataque à Venezuela com Trump. Desde então não houve relatos de conversas com o presidente dos EUA. O The Telegraph, citando fontes, informou que Starmer não foi informado dos ataques com antecedência.