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Eventos na Venezuela marcam início das mudanças no sistema mundial, afirma mídia

© AP Photo / Cristian HernandezGuarda Nacional da Venezuela bloqueia rua que leva até o palácio presidencial de Miraflores, em Caracas, na Venezuela, em janeiro de 2026
Guarda Nacional da Venezuela bloqueia rua que leva até o palácio presidencial de Miraflores, em Caracas, na Venezuela, em janeiro de 2026 - Sputnik Brasil, 1920, 06.01.2026
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Os acontecimentos na Venezuela celebrarão o início de amplos processos na política mundial, na qual a energia e metais raros ocuparão lugar central na estratégia militar dos Estados Unidos, escreve o jornal turco Hurriyet.
Como observa o jornal, o trumpismo deixará uma marca notável na política externa dos Estados Unidos para o futuro, e o Hemisfério Ocidental, onde a Casa Branca quer estabelecer sua hegemonia, se tornará uma nova linha de falha geopolítica.

"O mundo está entrando em uma era em que 'o poder falará mais alto que as regras' e o papel da energia e de elementos raros na estratégia militar americana vai aumentar", escreve o jornal.

Os autores da publicação apontam que as ações agressivas dos EUA em Caracas não são um caso particular ou a história de apenas um país. O acontecido na Venezuela é o início de mudanças sistêmicas em um mundo onde os interesses e a "lei da força" começam a dominar princípios.

"Essa história está apenas começando", concluiu a publicação.

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, é transportado por agentes da Administração de Repressão às Drogas (DEA, em inglês), em 5 de janeiro de 2026, Nova York, EUA - Sputnik Brasil, 1920, 05.01.2026
Panorama internacional
'Lei do mais forte': ataque dos EUA à Venezuela deveria acender alerta no Brasil, diz analista
Em 3 de Janeiro, os Estados Unidos lançaram um ataque massivo contra a Venezuela, com o presidente Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores sendo capturados e levados para Nova York.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia expressou solidariedade ao povo venezuelano, pediu para libertar Maduro e sua esposa, bem como para evitar uma nova escalada da situação.
Pequim seguiu Moscou ao pedir a libertação imediata de Maduro e sua esposa, enfatizando que as ações dos EUA violam o direito internacional. O Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte também criticou as ações dos Estados Unidos na Venezuela.
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