A medida, segundo Rodríguez, visa honrar os militares e civis que perderam a vida defendendo o país e sua soberania.
Ela afirmou que o luto é um reconhecimento àqueles que "entregaram sua vida defendendo a Venezuela e o presidente Nicolás Maduro". Ela ressaltou a dor provocada pelas imagens dos corpos e reforçou o valor de resistência do povo venezuelano frente à agressão estrangeira.
Rodríguez ressaltou, também, que seu país não está em guerra porque "somos um povo e um país de paz que foram atacados e agredidos", disse.
Maduro e sua esposa foram sequestrados no sábado (3), após um ataque norte-americano contra Caracas. A ação, baseada nas acusações do presidente dos EUA Donald Trump sobre o envolvimento do presidente venezuelano com o narcotráfico, levaram ao sequestro de Maduro.
Na segunda-feira (5), Maduro e Cilia enfrentaram a primeira audiência perante a Justiça dos Estados Unidos após o sequestro.
Já nesta terça-feira (6), o Departamento de Justiça dos Estados Unidos não seguiu a retórica proposta pela Casa Branca ao longo de 2025 e não acusou o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, de liderar o suposto cartel de drogas nomeado de Cartel de los Soles.
Segundo informou o New York Times, os promotores acusaram o presidente sequestrado de conspiração para o narcoterrorismo, conspiração para o tráfico de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos e conspiração para posse de metralhadoras para uso pelo narcotráfico.