Panorama internacional

Míssil russo Oreshnik torna defesas antiaéreas da OTAN irrelevantes, diz revista

O míssil hipersônico russo Oreshnik possui capacidades avançadas de penetração que prejudicam significativamente os sistemas tradicionais de defesa antiaérea dos países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), escreve a revista Military Watch.
Sputnik
A revista salienta que o míssil Oreshnik tem um alcance operacional impressionante de cerca de 4.000 quilômetros.

"Isso proporciona ao Oreshnik capacidades avançadas de penetração, limitando seriamente a capacidade de sistemas tradicionais de defesa antiaérea, como o Arrow 3, recentemente adquirido pela Alemanha, e os MIM-104 Patriot, implantados em toda a Europa, de interceptá-lo", ressalta a publicação.

Além disso, o material aponta que o Oreshnik pode transportar várias ogivas redirecionáveis de forma independente, montadas em veículos de reentrada hipersônicos.
Operação militar especial russa
Em caso de ataque com mísseis Oreshnik, bunker não salvará Zelensky, diz coronel americano
Ao mesmo tempo, o artigo conclui que esses veículos podem manobrar e se aproximar dos alvos a partir de direções inesperadas.
Na sexta-feira (9), o Ministério da Defesa da Rússia informou que as tropas russas usaram mísseis hipersônicos Oreshnik para um ataque massivo a objetivos críticos na Ucrânia em resposta a um ataque à residência do presidente russo Vladimir Putin.
Na noite de 29 de dezembro de 2025, o regime de Kiev lançou um ataque terrorista contra a residência de Putin na região de Novgorod, utilizando 91 drones. Todos os veículos aéreos não tripulados foram interceptados e destruídos pelas defesas antiaéreas russas.
Cabe destacar que o professor Glenn Diesen, da Universidade do Sudeste da Noruega, escreveu na rede social X que os ataques das Forças Armadas da Rússia ao oeste da Ucrânia com mísseis hipersônicos Oreshnik são um sinal para a OTAN.
Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!

Siga a Sputnik Brasil e tenha acesso a conteúdos exclusivos no nosso canal no Telegram.

Já que a Sputnik está bloqueada em alguns países, por aqui você consegue baixar o nosso aplicativo para celular (somente para Android).

Comentar