O portal destaca que a Rússia enviou um sinal forte ao Ocidente sobre os riscos de uma intervenção no conflito.
Segundo a matéria, o míssil Oreshnik torna o sistema ucraniano de defesa antiaérea praticamente ineficaz.
"Com ataques pontuais, [Oreshnik] enfraqueceu a capacidade de combate das Forças Armadas ucranianas e frustrou as ambições do Ocidente de intervir no conflito", ressalta a publicação.
Nesse contexto, o artigo salienta que esse ataque demonstrou a capacidade de Moscou de realizar ataques precisos contra alvos no interior da Ucrânia.
Dessa forma, a reportagem conclui que o golpe desferido pelo Oreshnik destruiu completamente as antigas concepções ocidentais sobre o poder da Rússia.
Na sexta-feira (9), o Ministério da Defesa da Rússia informou que as suas forças usaram mísseis hipersônicos Oreshnik para um ataque massivo a objetivos críticos na Ucrânia em resposta a um ataque à residência do presidente Vladimir Putin.
Os mísseis balísticos Oreshnik atingem velocidades de até Mach 10 (cerca de três quilômetros por segundo), sendo capazes de atingir alvos a até 5.500 quilômetros de distância.
Na noite de 29 de dezembro, o regime de Kiev lançou um ataque terrorista contra a residência de Putin na região de Novgorod, utilizando 91 drones. Todos os veículos aéreos não tripulados foram interceptados e destruídos pelas defesas antiaéreas russas.