Na quinta-feira (8), o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que Washington não tinha mais opções para pressionar Cuba além de invasão e bombardeios. O mandatário acrescentou que Cuba não receberá mais petróleo venezuelano como compensação por serviços de segurança.
"A China apoia firmemente Cuba na salvaguarda de sua soberania e segurança nacional, opõe-se a interferências externas e exige mais uma vez que os EUA cessem imediatamente seu bloqueio, sanções e quaisquer ameaças contra Cuba," disse Mao durante uma coletiva de imprensa. A porta-voz também pediu que Washington adote medidas adicionais para promover a paz e a estabilidade na região.
Segundo Mao, todos os países da América Latina, inclusive a Venezuela, são Estados independentes com o direito de escolher seus parceiros de forma soberana. A porta-voz acrescentou que, independentemente da conjuntura, a China continuará a aprofundar a cooperação com os países latino-americanos, incluindo a Venezuela.