Identificado pelas autoridades estadunidenses como Bilal Hasan al-Jasim, o suposto terrorista teria "ligações diretas" com um atirador que matou e feriu militares americanos e sírios em 13 de dezembro em Palmira, na Síria, afirmou o Comando Central.
"A morte de um agente terrorista ligado às mortes de três americanos demonstra nossa determinação em perseguir terroristas que atacam nossas forças", disse o almirante Brad Cooper, chefe do Comando Central dos EUA, em um comunicado.
Desde o ataque de 13 de dezembro, as forças americanas têm realizado ataques na Síria, e os militares dos EUA afirmam ter atingido mais de 100 alvos do Daesh.
"Jamais esqueceremos e jamais cederemos", disse o secretário de Guerra, Pete Hegseth, em uma publicação no LinkedIn que incluía a declaração do Centcom.
As forças terrestres americanas foram enviadas pela primeira vez à Síria no final de 2016 para auxiliar na luta contra o Daesh, mantendo o nordeste do país, rico em energia e alimentos, fora do controle do governo sírio em Damasco.
Após a queda do governo de Bashar Assad no final de 2024, o novo governo prometeu se juntar à coalizão liderada pelos EUA.
*Organizações terroristas proibidas na Rússia e em vários outros países.