O parlamentar afirmou que os Estados Unidos devem considerar seriamente as consequências de qualquer ação hostil contra Teerã.
"Hoje o Irã é um Estado ainda mais forte e melhor preparado do que durante a guerra de 12 dias [com Israel, em junho de 2025]. Se os EUA voltarem a cometer erros de cálculo baseados em análises equivocadas apresentadas por Israel, certamente terão de considerar as consequências", disse Azizi.
Segundo o político, quaisquer ataques verbais ao líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, apenas fortalecem a coesão do povo iraniano contra os Estados Unidos.
Anteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou apoio aos apoiadores dos distúrbios no Irã, iniciados após a desvalorização da moeda nacional, e não descartou nenhuma opção de ação contra o país, incluindo ataques aéreos. Teerã classificou essas declarações como uma ameaça à soberania da República Islâmica.
Além disso, em meio aos protestos no Irã, Trump afirmou que o país precisa de uma nova liderança. Segundo o presidente iraniano Masoud Pezeshkian, um ataque ao líder supremo do país equivaleria a uma guerra em larga escala contra o Irã.