"Foi confirmado que ao senhor presidente Petro serão oferecidas todas as garantias próprias de uma visita de um chefe de Estado", afirmou a chancelaria da Colômbia.
Um dos principais temas da agenda, segundo as autoridades envolvidas, será o combate ao crime organizado transnacional, além de questões de segurança regional e oportunidades conjuntas na área econômica. A ligação foi descrita pelas partes como "muito positiva".
Trump, anunciou em 9 de janeiro, em uma publicação nas redes sociais, que se encontrará com Petro, na primeira semana de fevereiro, na Casa Branca, em Washington. "Tenho certeza de que será muito bom para a Colômbia e os EUA, mas precisamos impedir a entrada de cocaína e outras drogas nos Estados Unidos."
Em 7 de janeiro, os líderes conversaram por telefone, segundo Trump, que acrescentou que Rubio e Villavicencio estavam tomando as providências necessárias para um encontro.
O encontro representa um trégua entre os dois mandatários que trocaram insultos e ameaças ao longo de 2025 e no início deste ano.
Em 5 de janeiro, o presidente colombiano declarou que estava pronto para pegar em armas pelo país em caso de uma agressão norte-americana, horas após o presidente republicano acusá-lo de produzir cocaína na Colômbia e não descartar uma operação terrestre no país sul-americano.
"A Colômbia é governada por um homem doente. Ele não vai durar muito tempo", disse Trump à imprensa. Quando questionado se realizaria um ataque como o executado contra a Venezuela, ele respondeu: "Acho que não há problema".