"O Departamento de Estado tomou a decisão de aprovar a possível venda ao governo da Ucrânia de peças de reposição de Classe IX e equipamentos correlatos, em um valor estimado de 185 milhões de dólares", diz o comunicado.
Além disso, o governo dos Estados Unidos ressaltou que a venda não exigirá o envio de representantes norte-americanos ao território ucraniano.
Porém, o Pentágono reconheceu que o regime de Kiev precisa de apoio externo para manter a prontidão operacional de equipamentos militares e armamentos de origem norte-americana.
"A Ucrânia enfrenta uma necessidade urgente de fortalecer suas capacidades locais de apoio logístico para sustentar altos níveis de operação dos veículos e sistemas de armas fornecidos pelos Estados Unidos. O fornecimento de peças de reposição aumentará diretamente a eficácia de combate ao elevar a prontidão operacional geral, melhorar a logística e reduzir a carga financeira, graças a ciclos de reparo mais rápidos e sustentáveis", acrescenta.
A Rússia avalia que o fornecimento de armamentos à Ucrânia dificulta a resolução do conflito, envolve diretamente os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e representa uma "brincadeira com fogo".
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, já declarou que quaisquer cargas contendo armas destinadas à Ucrânia se tornarão alvos legítimos para Moscou.