"Os EUA não anseiam por um confronto frontal com Pequim ou Moscou. É claro que haverá pressão sobre eles, mas sem levar o caso a um confronto militar direto. No entanto, essas são as três maiores forças nucleares do planeta. Por isso, acho que em relação à China, como seu principal concorrente no século XXI, os EUA estão escolhendo uma estratégia de concorrência controlada", disse Gromyko no centro de imprensa multimídia internacional Rossiya Segodnya.
O especialista destacou que, em 2026, se tudo correr de acordo com o plano, Trump pode visitar Pequim e o líder chinês, os EUA.
Ao mesmo tempo, a tentativa dos EUA de "separar" a Rússia da China é insustentável, segundo o especialista.
"É claro que a atração da China e da Rússia entre si será incomparavelmente maior do que qualquer uma delas em relação aos EUA", disse Gromyko.