Segundo a apuração, o think tank defende que o país precisaria de pelo menos 500 aeronaves de sexta geração — 300 caças F‑47 e 200 bombardeiros B‑21 — para garantir capacidade de ataque profundo e impedir que o adversário tenha áreas seguras. Os números superam com folga os planos oficiais, que preveem a aquisição mínima de 185 F‑47 e 100 B‑21.
Em um eventual confronto com a China, cuja defesa antiaérea é muito mais sofisticada que a iraniana, a limitação de aeronaves furtivas se tornaria ainda mais crítica, afirmou a analista. A falta de reservas suficientes poderia forçar os EUA a adotar uma postura excessivamente cautelosa, evitando ataques profundos para não perder ativos insubstituíveis. Essa prudência, porém, poderia ser interpretada por Pequim como sinal de fraqueza, reduzindo a capacidade de dissuasão em relação a Taiwan.