Conforme publicado pelo jornal O Globo, Adriano foi morto durante um ataque indireto, modalidade marcada por bombardeios e uso intensivo de artilharia de longo alcance. Esse tipo de óbito, ainda segundo a publicação, é um dos mais comuns na guerra moderna.
De acordo com a mídia, os números de brasileiros desaparecidos e mortos na Ucrânia foram aferidos no Itamaraty, que não recomenda aos cidadãos do país o alistamento voluntário em forças armadas estrangeiras.
No início de dezembro de 2025, o Ministério das Relações Exteriores atualizou um alerta consular para nacionais que participam de conflitos armados em outros países. Na nota, a pasta destaca os riscos do alistamento voluntário, incluindo persecução legal.
De acordo com o Itamaraty, há um aumento do número de brasileiros que perdem suas vidas nesses conflitos ou têm dificuldade de abandonar as áreas de combate, em meio ao cumprimento de contratos estabelecidos com governos estrangeiros.
"A assistência consular, nesses casos, pode ser severamente limitada pelos termos dos contratos assinados entre os alistados e as forças armadas de terceiros países. Não há obrigatoriedade por parte do poder público para o pagamento de passagens ou o custeio de retorno de cidadãos do exterior. Nesse sentido, recomenda-se fortemente que convites ou ofertas de trabalho ou de participação em exércitos estrangeiros sejam recusadas."