Milhares de manifestantes se reuniram em frente ao Congresso argentino enquanto o órgão começava a discutir um projeto de reforma trabalhista proposto por Milei. A polícia isolou o prédio com barreiras de ferro e fechou as ruas próximas ao trânsito.
A mobilização em massa foi organizada pela Confederação Geral do Trabalho (CGT), juntamente com outras organizações sociais, sindicatos e partidos políticos. Os manifestantes exigem a rejeição do projeto, alertando que ele levará ao aumento da insegurança no emprego.
Confrontos irromperam depois que manifestantes começaram a atirar pedras contra policiais, que responderam com canhões de água e gás lacrimogêneo contra a multidão. Os confrontos duraram vários minutos.
Em seguida, a polícia usou armas para conter o distúrbio e viaturas motorizadas para dispersar os manifestantes e desocupar a praça em frente ao prédio do parlamento, forçando os sindicalistas a se refugiarem nos becos próximos, relatou o correspondente.