O documento executa uma ordem do chefe do Executivo da Colômbia para destituir Edwin Urrego, comandante da Polícia Nacional em Cali.
Além da tentativa de sabotagem do encontro com Trump, Petro disse ontem (10), durante uma reunião de seu conselho ministerial, que passou dois dias evitando ser assassinado.
Nesta quarta-feira, o ministro da Defesa colombiano, Pedro Sánchez, ordenou que as forças de segurança reforcem suas operações de inteligência para investigar e neutralizar as ameaças de morte contra o presidente colombiano.
"Ordenei à cúpula das nossas Forças Armadas e da Polícia Nacional que ative e fortaleça todas as suas capacidades de inteligência e contra-inteligência, a fim de, em coordenação com a Interpol e as organizações internacionais com as quais existem acordos de cooperação, antecipar, identificar e neutralizar qualquer ameaça que possa existir contra o Presidente da Colômbia [Gustavo Petro]", escreveu Sánchez em uma rede social.
Segundo o ministro da Defesa, a segurança do presidente é uma questão de Estado e "responsabilidade inabalável de todas as instituições". Petro declarou que foi obrigado a alterar recentemente sua rota habitual de viagens de helicóptero após ser alertado sobre um plano para assassiná-lo. O presidente não forneceu mais detalhes.
Sánchez, por sua vez, assegurou que também será criado um Conselho Conjunto de Inteligência, com o objetivo de tomar decisões de inteligência e contra-inteligência para neutralizar e investigar aqueles que pretendem atacar o chefe de Estado colombiano.