O comando declarou nas redes sociais que 11 "narcoterroristas" do sexo masculino foram mortos — 4 em cada uma de duas embarcações no Pacífico Oriental e três em uma terceira, no Caribe.
Desde setembro, quase 150 pessoas morreram em ataques contra embarcações, que os EUA acusam de traficar drogas, como parte dessas operações.
As ações têm gerado rejeição da comunidade internacional, bem como questionamentos sobre o devido processo legal e o direito internacional.
Em agosto de 2025, o governo do presidente dos EUA, Donald Trump, determinou o posicionamento de mais de quatro mil marinheiros e fuzileiros navais em embarcações militares estadunidenses, sob a justificativa de combater o tráfico de drogas, tendo a Venezuela como principal foco.