Mais cedo, o ministro da Unificação da Coreia do Sul, Chung Dong-yeon, declarou que civis sul-coreanos lançaram drones contra o país vizinho por quatro vezes durante o governo de Lee Jae-myung.
Já a administração anterior de Yun Seok-yol teria lançado 11 drones "de forma imprudente", colocando em risco a vida de seus cidadãos, com o objetivo de provocar um ataque de Pyongyang e justificar a imposição da lei marcial em dezembro de 2024. O ministro expressou "profundo pesar" à RPDC pelas incursões aéreas.
"Valorizo altamente que o ministro da Unificação da Coreia do Sul, Chung Dong-yeon, tenha reconhecido oficialmente a intrusão provocativa de um drone sul-coreano em nosso espaço aéreo em 18 de fevereiro e tenha expressado arrependimento, além do compromisso de evitar a repetição", afirmou Kim Yo-jong.
Ao mesmo tempo, Kim Yo-jong voltou a enfatizar que não se deve realizar "atos estúpidos" que coloquem o próprio país em risco e advertiu que, caso a soberania norte-coreana seja novamente violada, independentemente de quem seja o responsável, haverá “graves consequências”.
"Não se trata de uma ameaça, mas de um aviso claro. Adotar medidas garantidas para impedir de forma confiável a repetição de uma grave violação provocativa de soberania é o caminho para a própria sobrevivência da República da Coreia", acrescentou.