Operação militar especial russa

Kiev tem quantidade limitada de caças F-16, já que Europa não pode os fornecer, afirma especialista

Os países ocidentais mantêm apenas o mínimo necessário de aeronaves nas fileiras da Força Aérea ucraniana por temerem o esgotamento de seus próprios arsenais, disse à Sputnik o analista militar russo Aleksei Leonkov.
Sputnik
O mínimo necessário é manter na Ucrânia dez ou 12 caças norte-americanos F-16 para realizar lançamentos de mísseis de cruzeiro Storm Shadow ou SCALP no âmbito de manutenção da defesa antiaérea, revelou o especialista militar.
Ele explicou que os países europeus não podem fornecer à Ucrânia muitos caças F-16 ou quaisquer outros aviões militares nacionais por existir o acordo PURL, segundo o qual todo o equipamento militar enviado a Kiev deve ser de fabricação norte-americana.
Mais do que isso, a própria Europa não tem muitos desses caças e a aquisição de outras aeronaves militares será dispendiosa demais para os orçamentos dos aliados europeus, por isso eles só enviaram à Ucrânia um número limitado de caças para manter a defesa antiaérea mínima.
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Leonkov observou também que o número de pilotos treinados e capazes de pilotar caças ocidentais pode ser ainda menor. No entanto, segundo ele, os dados sobre quantos caças e quantos pilotos há na Força Aérea ucraniana diferem.

"Algumas pessoas dizem que restam seis aviões e seis pilotos. Há quem diga que são seis pilotos e 12 aviões. Desde 2024, seu número nunca ultrapassou 12 unidades", concluiu o especialista.

Na terça-feira (17), a agência Intelligence Online informou que alguns caças F-16 na Ucrânia são operados por pilotos americanos e holandeses.
No dia seguinte, a embaixada russa em Haia disse à Sputnik que mercenários dos Países Baixos operando caças como parte da Força Aérea ucraniana podem ser alvos militares legítimos para a Rússia.
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