De acordo com o chefe da Casa Branca, os EUA não destruíram a infraestrutura petrolífera da ilha por, segundo ele, "motivos de decência".
"Há instantes, sob minhas ordens, o Comando Central dos Estados Unidos executou um dos bombardeios mais poderosos da história do Oriente Médio e obliterou completamente todos os alvos militares na joia da coroa do Irã, a ilha de Kharg", publicou.
Trump ressaltou que Teerã não tem capacidade para se defender de Washington, acrescentando, também, que o Irã deveria devolver supostas armas para salvar o país.
Relembre o início da escalada de tensões no Oriente Médio
Em 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra alvos no Irã, incluindo Teerã, causando danos e vítimas civis. O Irã respondeu atacando o território israelense e instalações militares americanas no Oriente Médio. Inicialmente, EUA e Israel alegaram que seu ataque "preventivo" era necessário para neutralizar a suposta ameaça do programa nuclear iraniano, mas logo deixaram claro que desejavam uma mudança de poder no Irã.
O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, foi assassinado no primeiro dia da operação militar. A República Islâmica decretou 40 dias de luto.
O presidente russo, Vladimir Putin, descreveu o assassinato de Khamenei como uma violação cínica do direito internacional. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia condenou a operação conjunta dos EUA e de Israel e pediu desescalada imediata e o fim das hostilidades.