"Na Colômbia, não há uma única investigação sobre meu relacionamento com narcotraficantes, por um motivo simples: nunca na minha vida falei com um narcotraficante", declarou em sua conta nas redes sociais.
O presidente explicou que dedicou dez anos de sua vida "a denunciar as ligações entre os narcotraficantes mais poderosos e políticos no Congresso da República e nos governos locais e nacionais com esses narcotraficantes", um período que descreveu como de "governo paramilitar".
Segundo o The New York Times, as investigações estão sob responsabilidade dos escritórios de procuradores federais localizados em Manhattan e no Brooklyn, em Nova York, e contam com a atuação de promotores especializados no combate ao tráfico internacional de drogas, além de agentes da DEA e da área de Investigações de Segurança Interna, segundo fontes revelaram à mídia.
De acordo com essas fontes, as apurações analisam, entre outros pontos, a possibilidade de encontros de Petro com traficantes e se sua campanha presidencial teria buscado contribuições financeiras provenientes desses grupos. As informações foram repassadas sob condição de anonimato, já que os envolvidos não têm autorização para comentar investigações em curso.
O jornal ressalta, no entanto, que a investigação está em estágio inicial, e não está claro se resultará em acusações criminais.